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22 de maio de 2018


A História Russa do Dia-V (ou a História da Segunda Guerra Mundial poucas vezes Ouvida no Ocidente)
Michael Jabara Carley


Professor de História contemporânea na Universidade de Montreal, Michael Jabara Carley conta aqui o papel da União Soviética contra o nazismo. Depois ele analisa a maneira como esta história tem sido propositadamente deformada pelos Anglo-Saxónicos e é deturpadamente ensinada no mundo Ocidental.





A cada 9 de Maio, a Federação Russa celebra o seu mais importante feriado nacional, o Dia da Vitória, "den´pobedy". Nesse dia, em 1945, o Marechal Georgy Konstantinovich Zhukov, Comandante da 1ª Frente Bielorrussa, que atacara Berlim, recebeu a rendição Alemã incondicional. A Grande Guerra Patriótica durara 1418 dias de inimaginável violência, brutalidade e destruição. Desde Stalingrado, do norte do Cáucaso e da periferia noroeste de Moscovo até às fronteiras ocidentais da União Soviética, a Sebastopol no sul, Leningrado e as fronteira com a Finlândia, no norte, o país fora devastado. Uns estimados 17 milhões de civis, homens, mulheres e crianças haviam morrido, embora ninguém jamais saiba os números exactos. Aldeias e cidades foram destruídas; as famílias foram dizimadas sem restar ninguém para lembrá-las ou chorar a sua morte.

Para o novo Governo de Itália, o mesmo «aliado privilegiado»

O «Contrato para o Governo da Mudança», estipulato por Luigi Di Maio e Matteo Salvini, em nome do MoVimento 5 Stelle e da Lega Nord, por um lado «confirma a adesão à Aliança Atlântica, considerando os Estados Unidos da América como um «aliado privilegiado», por outro lado, promete «uma abertura à Rússia para ser percebida não como uma ameaça, mas como parceira económica e comercial (pelo que é apropriado retirar as sanções) e reabilitar-se como interlocutora estratégica no fim da resolução da crise regional» e até mesmo como uma «parceira potencial para a NATO».
A fórmula não é nova: em Junho de 2016, o Primeiro Ministro Renzi assegurava ao Presidente Putin que a «Guerra Fria está fora da História» e que a «Europa e a Rússia devem ser excelentes vizinhos». Um mês depois, na Cimeira de Varsóvia, Renzi assinava o Pacto Estratégico União Europeia/NATO, contra a Rússia.
Como fará o novo Governo para «perceber» a Rússia não como uma ameaça e agir em consequência, enquanto permance na NATO, a qual sob o comando do «aliado privilegiado», está cada vez mais empenhada militarmente, contra a «ameaça russa»?
Será que o novo Governo, que pretende «reavaliar a nossa presença nas missões internacionais em termos da sua verdadeira importância para os interesses nacionais», irá retirar as tropas italianas colocadas na Letónia e os caça-bombardeiros italianos na Estónia, perto do território russo, de acordo com o motivo inventado pela NATO, de enfrentar a «agressão russa»?
Será que esse mesmo Governo irá impedir que os comandos e as bases USA/NATO em Itália, de Vicenza até Aviano, de Napoles até Sigonella, sejam usados em operações militares contra a Rússia?
Será que o novo Governo, irá, sobretudo, recusar as novas bombas nucleares B61-12, que os USA se preparam para instalar em Itália contra a Rússia, expondo o nosso país a perigos acrescidos, na qualidade de base avançada da estratégia nuclear dos Estados Unidos?
Será que vai recusar fornecer ao Pentágono, no âmbito da NATO, pilotos e aviões para o ataque nuclear?
Será que vai exigir aos USA, com base no Tratado de Não-Proliferação até agora transgredido, que retire todas e quaisquer armas nucleares do nosso território e será que vai aderir ao Tratado ONU sobre a Proibição das Armas Nucleares (como se comprometeu Luigi di Maio, ao assinar o ICAN Parliamentary Pledge)?

Nota sobre a estimativa rápida do PIB – 1º trimestre de 2018


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Na passada terça-feira dia 15 de Maio, o INE divulgou a sua estimativa rápida do Produto Interno Bruto (PIB) no 1º trimestre de 2018. Nesta estimativa rápida, tendo por base a informação já disponível do 1º trimestre do ano, apenas é divulgada informação sobre a evolução do PIB em termos reais, em relação ao trimestre anterior, variação em cadeia e, em relação ao 1º trimestre de 2017, variação homóloga.

A variação em cadeia do PIB foi de 0,4%, enquanto a variação homóloga foi de 2,1%.

De acordo com o INE este ligeiro abrandamento em cadeia e homólogo do PIB no 1º trimestre do ano - note-se que no 4º trimestre de 2017, a economia em cadeia estava a crescer 0,7% e em termos homólogos 2,4% - contribuiu em especial o comportamento negativo da Procura Externa Líquida, com as Exportações a registarem uma desaceleração acentuada e as importações a crescerem a um ritmo elevado. Os dados conhecidos em valor, das Exportações e das Importações de mercadorias, referem que no 1º trimestre do ano em termos homólogo as Exportações cresceram 2,7% enquanto as importações cresceram 6,3%.

De acordo com a informação desagregada conhecida sobre as exportações de mercadorias no 1º trimestre do ano, o abrandamento verificado no crescimento das exportações de mercadorias deve-se em especial às quedas homólogas das exportações de combustíveis (-110 milhões de euros e -10,2%), de produtos farmacêuticos (-110,7 milhões de euros e -34,8%), de tabaco (-40,6 milhões de euros -24,8%) e de pasta de madeira (-31,9 milhões de euros -18,9%). No caso dos combustíveis segundo informação da comunicação social a queda registada resultou da paragem cíclica do hydrocracker – equipamento chave na produção de gasóleo da refinaria da GALP -, para trabalhos de manutenção durante todo o mês de Janeiro.

Enquanto as exportações de mercadorias abrandaram consideravelmente, pelas razões acima expostas, já o investimento ao que parece evoluiu bem enquanto o consumo privado abrandou ligeiramente por razões que se prendem com um problema informático do fisco ligado à emissão de matrículas de veículos automóveis, o que atrasou estas vendas

Com estes dados disponíveis sobre a evolução do PIB é possível desde já concluir que entre o final de 2017 e o 1º trimestre de 2018, o crescimento do PIB anualizado baixou de 2,7% para 2,5%.

De acordo com projecções que efectuei para a evolução do PIB em 2018, projecções estas em que levei em conta o crescimento em cadeia do PIB nos vários trimestres dos últimos anos, é possível prever-se que se nada de muito anómalo se verificar nos restantes três trimestres de 2018, o PIB com grande probabilidade em 2018 situar-se-á entre os 2,2% e os 2,3%.

Por fim se acrescentarmos a estes dados a evolução da inflação, que até ao passado mês de Abril em termos anualizados se situava nos 1,1%, concluímos que de acordo com a famigerada Lei nº53-B/2006, que procede à actualização das pensões e outras prestações sociais do sistema de segurança social, as pensões até 1,5 IAS (cerca de 643 euros) serão actualizadas em 2019 1,6%, entre 643 euros e 2 573 euros 1,1% e superiores a 2 573 euros 0,9%. Dado que quase de certeza o PIB crescerá em 2018 acima de 2%, as pensões mais baixas (até 1,5 IAS) terão assegurado um crescimento, de acordo com a lei, da inflação acrescida de 0,5p.p., as pensões entre 1,5 IAS e 6 IAS serão actualizadas ao nível da inflação e as pensões acima destes montantes terão uma actualização que resultará do valor da inflação em 2018 menos 0,25 p.p.

20 de maio de 2018

A ingerência Imperial




En una conferencia en Miami la semana pasada, Juan Cruz, el director de asuntos del hemisferio occidental del Consejo de Seguridad Nacional de Estados Unidos, encaró al régimen venezolano de Nicolás Maduro.
Cruz citó un fragmento de la Constitución de Venezuela, reescrita durante el mandato de Hugo Chávez, el predecesor de Maduro, en el que dice que el pueblo, “fiel a su tradición republicana, a su lucha por la independencia, la paz y la libertad, desconocerá cualquier régimen, legislación o autoridad que contraríe los valores, principios y garantías democráticos o menoscabe los derechos humanos”. Cruz se estaba dirigiendo al Ejército venezolano, pidiendo a sus miembros honrar su compromiso con la Constitución.
Del mismo modo que cuando Rex Tillerson, entonces secretario de Estado, hizo declaraciones similares en febrero, los críticos de Cruz han dicho que no es prudente que Washington aliente un golpe de Estado en Venezuela.
Pero Cruz solo está refiriéndose a los hechos. Maduro ha podido mantenerse en el poder debido a la violación sistemática de los derechos humanos y del orden constitucional, lo que ha provocado tanto el colapso económico y social del país como una crisis de refugiados que está afectando a todo el continente. Un régimen saturado de corrupción y vínculos con el narcotráfico, cuya represión violenta a las protestas a favor de la democracia en 2014 y 2017 dejaron doscientas personas asesinadas y cientos más heridas, nunca cederá el poder de manera voluntaria.
Más que temer un golpe de Estado, la comunidad internacional debería animar a los venezolanos —incluidos los miembros de las fuerzas armadas— a restaurar la democracia

19 de maio de 2018

Terrorismo de Estado

La notable desaparición de la campaña israelí de coches-bomba en el Líbano o de lo que (no) se habla cuando hablamos de "terrorismo"

Remi Brulin recibió su doctorado en La Sorbonne Nouvelle (París) en 2011. Su disertación es un análisis histórico del discurso estadounidense sobre "terrorismo" y se puede acceder y descargar aquí. Ha enseñado en la Universidad de Nueva York, en la Universidad George Washington y actualmente en el John Jay College of Criminal Justice. Puedes seguirlo en Twitter aquí: @rbrulin.
"Con el apoyo de Sharon, se hicieron cosas terribles. No soy vegetariano y apoyé e incluso participé en algunas de las operaciones de asesinato que llevó a cabo Israel. Pero aquí estamos hablando del asesinato en masa per se, para sembrar el caos y la alarma, también entre los civiles. ¿Desde cuándo enviamos burros con bombas para explotar en los mercados? (oficial del Mossad citado en el libro de Ronen Bergman R ise and Kill First: The Secret History of Israel’s Targeted Assassinations, Levántate y mata primero, la historia secreta de los asesinatos selectivos de Israel)

http://mondoweiss.net/2018/05/remarkable-disappearing-terrorism/

El 29 de agosto de 1982 Ariel Sharon usó las páginas de opinión del New York Times para argumentar que el "logro más inmediato" de Israel después de su invasión del Líbano había sido la "derrota aplastante" de la Organización de Liberación de Palestina (OLP). Como resultado, el ministro de Defensa israelí explicó que los cohetes Katyusha habían dejado de llover "desde santuarios terroristas en el Líbano" sobre las aldeas israelíes. El "reino del terror" establecido por la organización de Yasser Arafat en suelo libanés era el "no va más" y las tropas israelíes habían sido "festejadas como libertadoras por expulsar a los terroristas que habían violado, saqueado y devastado". Sharon insistía en que este había sido el caso "a pesar de las bajas que eran el resultado inevitable de luchar contra los terroristas de la OLP que usaban civiles como escudos humanos y que deliberadamente colocaron sus armas y municiones en medio de casas de departamentos, escuelas, campos de refugiados y hospitales". 

Veremos

Todos os Trumps  e os Buffets do dito Ocidente pensam o mesmo...

Há uma luta de classes nos E.U , evidentemente , mas é a minha classe a classe dos ricos que a conduz E nós estamos a caminho de a ganhar

Quem tem medo da verdade ?

O Ministério de Relações Exteriores de Israel anunciou nesta sexta-feira (18) que rejeita a decisão do Conselho de Direitos Humanos da ONU de conduzir uma investigação internacional sobre os eventos na Faixa de Gaza e fará um teste com seu próprio sistema legal.
A declaração foi divulgada após o resultado da sessão especial do Conselho de Direitos Humanos, que discutiu a morte de mais de cem palestinos pelas forças israelenses durante os protestos contra a inauguração da embaixada dos EUA em Jerusalém.