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26 de março de 2017

Um simbolo dum naufrágio

Na celebração com pompa e circunstância do Tratado de Roma .


"On ne pourrait trouver meilleur symbole d’un naufrage, le 60ème anniversaire du Traité de Rome va être célébré en grande pompe tandis que des réfugiés encore par centaines viennent de mourir cette semaine noyés pour avoir tenté de se réfugier en Europe. L’un d’entre eux sera-t-il nommé citoyen d’honneur à titre posthume ?"... F. L 

A correspondente da RTP em París

Na estação pública paga com o nosso dinheiro a correspondente da RTP comentando o debate dos cinco candidatos às presidenciais  na TF1 teve a distinta lata de falar de quatro omitindo ostensivamente um candidato , precisamente o mais à esquerda . A senhora jornalista pode ter todas as preferências e preconceitos que quiser , mas não há nenhum critério jornalístico que justifique a sua opção e ainda por cima numa Televisão Pública . 
Sondage présidentielle : Mélenchon en grande forme, Hamon déprime

Paris Match| Publié le 24/03/2017 à 17h55

Inaceitável

Fundo de Resolução um biombo para se entregar dinheiro à Banca
Podem dizer que foi a pressão do BCE , que é o custo para se ter a aprovação da capitalização da Caixa ou outras desculpas , Isto é inaceitavel e mostra-nos o que seria um governo do PS com as mãos totalmente livres . Podemos não ter força para o evitar mas o nosso desacordo e denuncia tem que ser claro .

" O Fundo de Resolução foi criado pelo Decreto-Lei n.º 31-A/2012, de 10 de fevereiro, que veio introduzir um regime de resolução no Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras, aprovado pelo Decreto-Lei nº 298/92, de 31 de dezembro.


Neste contexto, a principal missão do Fundo de Resolução consiste em prestar apoio financeiro à aplicação de medidas de resolução adotadas pelo Banco de Portugal.

O Fundo de Resolução é uma pessoa coletiva de direito público, dotada de autonomia administrativa e financeira, tem a sua sede em Lisboa e funciona junto do Banco de Portugal.
As condições de pagamento ao Estado pelos bancos no  Fundo de Resolução têm sido alteradas várias vezes e sempre no interesse da banca , isto é dos banqueiros e  sempre à custa dos contribuintes . 
Agora foi feita mais uma alteração . Os partidos de esquerda não podem deixar de criticar e de mostrar o seu total desacordo com esta , tal como fizeram com as outras . Esta alteração tal como as anteriores procura dar a ideia que a operação é neutra para o contribuinte  , o que é completamente falso . É por isso que Passos E Cristas nada disseram . Fizeram o mesmo  e para entregar dinheiro público aos grandes senhores do dinheiro que representam estão sempre de acordo desde que a opinião pública não  dê pela aldrabice.
“" A decisão do Governo de alargar o prazo de amortização do empréstimo, aplicando taxas de juro mais baixas que as atuais, pode resultar numa redução para cerca de metade do valor presente da dívida assumida pelo Fundo de Resolução junto do Estado para financiar as injeções de capital no Novo Banco e no Banif.


Ao permitir um prazo de amortização superior ao que estava inicialmente previsto, o que o Estado está a fazer é a assumir uma perda, uma vez que o mesmo montante pago agora vale em teoria mais do que quando é pago 10, 20 ou 30 anos mais tarde. Além disso, uma vez que não tem poupanças disponíveis, o Estado, para poder emprestar este dinheiro ao Fundo de Resolução por este período de tempo, tem por sua vez de se endividar nos mercados, a taxas de juro elevadas.”

Até que enfim !

Continuamos a trabalhar para a banca e como ela está cada vez mais nas mão dos estrangeiros
trabalhamos  para os banqueiros estrangeiros .
É através dos impostos , das isenções fiscais , do Fundo de resolução , das Comissões ...
Já aqui tínhamos denunciado o escândalo das Comissões e estranhado que nenhuma associação de defesa do consumidor viesse a terreiro .
A DECO veio agora . Até que enfim !

"A Deco acusa a banca de cobrar comissões aos clientes sem prestar qualquer serviço, como por processamento de prestação de crédito ou manutenção de conta, e de querer compensar as perdas da intermediação financeira com a atividade de comissionamento.
Segundo a associação para a defesa dos consumidores Deco, há mesmo uma “alteração do paradigma” da atuação dos bancos:

Estamos a assistir a uma transferência da atividade bancária, da intermediação financeira — isto é, compra e venda de dinheiro, que foi a atividade que deu origem aos bancos –, para uma atividade de comissionamento”, disse o economista Nuno Rico, da Deco/Proteste, em declarações à Lusa.
Em Portugal, a cobrança de uma comissão bancária só pode acontecer quando há prestação de um serviço pelo banco, caso contrário é ilegal, lembra o economista, invocando a lei de 2015 que estabeleceu os requisitos da cobrança de comissões.
“As comissões e despesas cobradas pelas instituições de crédito têm de corresponder a um serviço efetivamente prestado”, lê-se no articulado do diploma de 2015, que criou também os serviços mínimos bancários.

O problema, explica o economista, é a lei não definir o que é um serviço bancário, possibilitando assim ao Banco de Portugal, e outros responsáveis, “assistir passivamente” à cobrança de comissões pelos bancos mesmo quando não é prestado, efetivamente, um serviço ao cliente. "
E o governo fica calado ?

21 de março de 2017

Os bancos comerciais devem ser públicos

Os bancos criam moeda que é um bem  público .  Este bem público não pode estar à mercê dos interesses privados , egoistas e especulativos dos banqueiros .
John Kenneth Galbraith, un economistas del siglo XX,  firmó en 1975 una de las obras clave sobre el funcionamiento del sistema financiero; Dinero
Uma das suas afirmações :
 ‘El proceso de creación de dinero por los bancos es tan simple que repugna a la mente.’

Um oportunista encartado

Porque é um reaccionário e porque quer agradar 
a Schauble  pois quer continuar na presidência do Eurogrupo  :
" O ainda ministro das Finanças holandês e presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, acusou os europeus do Sul de gastarem o seu dinheiro “em copos e mulheres” e “depois pedirem que os ajudem”.




Numa entrevista na edição de segunda-feira ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung, Dijsselbloem é questionado sobre a posição do ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, que diz que a responsabilidade da Comissão Europeia também deveria ser assegurar-se de que as regras orçamentais são cumpridas.

  • Dijsselbloem responde que também ele pensa que é importante este assegurar das regras. Questionado sobre a razão, explica que a União Europeia deve mostrar para o exterior que é capaz de aplicar o Pacto de Estabilidade e Crescimento com consistência, e, segundo, que assim poderia aumentar a confiança dos países no interior da UE. "

O grande casino europeu



O grande casino europeu  dedicado a todos os beatos e beatas do europeismo , quando se ce celebra o tratado de Roma



http://vimeo.com/15248048