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28 de junho de 2017

O negócio das indulgências

 ...  a construção da Basílica de S. Pedro...e Engels


Les 500 ans de la " Réforme protestante"

Claire VÉRILHAC
Illustration : Bible de Gutenberg
En 1517 Martin Luther, moine augustin, affiche ses thèses contre la vente des "indulgences". Ce sera le point de départ de la Réforme protestante. Indissociable de l'humanisme de la Renaissance et favorisée par les progrès de l'imprimerie, elle prendra un tour tragique en France avec les guerres de religion et le massacre de la St Barthélémy. Du combat pour la liberté de conscience à la laïcité !
L’affaire du commerce des indulgences fut le déclencheur de la Réforme protestante. Une "indulgence" c’est la possibilité, dans l’Eglise catholique romaine, de racheter ses péchés par des prières, des pélerinages ou des dons.
Au fil du temps cette pratique était devenue un commerce lucratif, d’abord dénoncé par l’Anglais John Wyclif puis le Tchèque Jan Hus qui sera brulé vif comme hérétique.
Mais au début du 16e siècle l’Eglise franchit un pas supplémentaire.
Afin de financer la construction de la basilique Saint Pierre de Rome, le Pape vend "en gros" des indulgences à l’archevêque Albert de Brandebourg qui les fait ensuite revendre aux fidèles, le Pape prélevant au passage une commission.
Martin Luther, un moine augustin allemand, théologien et professeur d’université dénoncera cette dérive dans ses "95 thèses". Celles-ci vont circuler largement en Europe grâce à l’imprimerie qui jouera un rôle considérable dans le développement de la Réforme.
L’acte fondateur du protestantisme est une rupture. Celle de Luther qui refuse en 1521, à la Diète de Worms, de se rétracter "car il n’est ni sûr ni salutaire d’agir contre sa conscience ». Mais derrière le combat théologique de la Réforme c’est une lutte plus décisive qui se mène. Contre un pouvoir politique et matériel, bien réel, celui de l’Eglise et du Pape. C’est d’ailleurs l’analyse qu’en fera Engels trois siècles plus tard

Sinais

Foi assim que começou em 2007...com o outro(Alan Greenspan) a falar na " exuberância dos mercados " A subida recente da bolsa só pode ser explicada pela melhoria do panorama económico , dizem eles...sem quererem fazer humor...

Os preços dos activos nos mercados financeiros "parecem elevados" e a subida recente da bolsa só pode ser explicada por um melhor panorama económico.

Estas conclusões foram proferidas ontem por Janet Yellen, presidente da Reserva Federal e por Stanley Fischer, vice-presidente do banco central.

Se é pouco habitual um responsável da Fed comentar os desenvolvimentos dos mercados financeiros, mais estranho parece que dois deles falem do assunto no mesmo dia. Sinal para alarme? A Bloomberg diz que as campainhas ainda não soaram, mas a maior atenção do banco central aos preços dos activos está a gerar apreensão e a queda de ontem de Wall Street (a maior em seis semanas) poderá ser uma primeira reacção.

Num discurso que era aguardado para confirmar a expectativa de mais subidas de juros nos EUA, Janet Yellen reiterou que considera ser apropriado subir as taxas de juro "muito gradualmente".

Mas Yellen falou também sobre os preços dos activos em bolsa, dizendo que "parecem elevados, mas não há certezas sobre isso", dado que depende das métricas que são usadas. A presidente da Fed recorreu ao PER (relação entre lucros e cotação) para argumentar a conclusão de níveis elevados dos activos.

Estes comentários de Yellen sobre os preços dos activos seguem-se às observações feitas, também ontem, pelo vice-presidente do banco central, Stanley Fischer – que afirmou que a crescente valorização das acções só pode ser explicada por um melhor panorama económico.


John Williams, da Fed de S. Francisco, também fez comentários recentes sobre os preços dos activos – "o mercado accionista parece estar a funcionar através de sinais de fumo" -, o que está a gerar surpresa em Wall Street, pela demonstração súbita de preocupação do banco central com a evolução dos mercados. Apesar da correcção recente, 2017 está a ser marcado por máximos históricos nas bolsas norte-americanas, com os investidores confiantes nos resultados da política económica do presidente Donald Trump.

"Nunca vamos ouvir a Fed dizer que aumenta os juros por causa disto [nível elevado dos preços dos activos], mas certamente estará a pesar mais na decisão do que há seis ou nove meses", comentou à Bloomberg Stephen Stanley, economista-chefe da Amherst Pierport Securities.

 Vários críticos da Fed têm defendido que a política monetária da Fed, de manter os juros baixos por muito tempo, é responsável pela criação de bolhas em diversos activos

Após cerca de uma década em que os juros, que se mantiveram em mínimos históricos entre 0% e 0,25%, a subida tem sido lenta havendo quem se interrogue se irá a tempo  de evitar uma nova crise que seria mais violenta do que a de 2007/2008 . A Reserva Federal procedeu ao primeiro aumento (de 25 pontos base) em Dezembro de 2015. Posteriormente, em Dezembro de 2016, voltou a incrementar em 25 pontos base a taxa directora. Voltou, então, em Março passado, a elevar o custo do dinheiro, com mais uma subida de 25 pontos base, e novamente este mês em mais 25 pontos.. A seguir com atenção


Congresso Marx


O Congresso do GEM está de volta,
divulguem e participem:

Chamada para resumos

III Congresso Internacional Marx em Maio
No bicentenário do nascimento de Karl Marx

3 a 5 de Maio de 2018
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Organizado pelo Grupo de Estudos Marxistas (GEM)


O Grupo de Estudos Marxistas convida todos os estudantes, investigadores e outras pessoas interessadas em estudar Marx e o marxismo, na sua multiplicidade de áreas e correntes, a enviar os seus resumos.

Regras de submissão:
·         Os resumos devem ser enviados numa das seguintes línguas: português, inglês, francês ou espanhol, ter entre 250 a 500 palavras, e vir acompanhados de 3 a 5 palavras-chave.
·         As submissões devem ser enviadas com o assunto “Submissão ao III Congresso Marx em Maio”, no corpo de texto deve constar o nome do autor, a instituição a que pertence e/ou a atividade, e o resumo segue em anexo, formato Word, sem qualquer referência acerca do autor.
·         As submissões devem ser enviadas para: grupodeestudosmarxistas@gmail.com até 31 de Agosto de 2017.

Quem financia o terrorismo ?


Daniel VANHOVE
Pour ceux qui essaient de s’y retrouver dans les tumultes du monde actuel, les guerres qui ravagent le Moyen-Orient et particulièrement celle de Syrie depuis mars 2011, donnent à mieux comprendre le jeu retors des puissances extérieures qui les alimentent.
Sous un départ qui s’apparentait à ce que d’aucuns nous ont vendu comme « les printemps arabes », cette terrible guerre fomentée et financée par l’Occident qui espérait la mettre à profit pour renverser le président Bachar al Assad et avoir ainsi un meilleur contrôle des réserves d’hydrocarbures et des oléoducs du pays, n’en finit pas de nous livrer les arcanes de ce qui se trame dans les couloirs obscurs des chancelleries.

27 de junho de 2017

Jogos de poder na Arábia Saudita




El rey Salman ben Abdelaziz Al-Saud, de 81 años, depuso de todas sus funciones al príncipe Mohammed ben Nayef Al-Saud, de 57 años, quien hasta ahora ostentaba el título de príncipe heredero así como los cargos de viceprimer ministro y ministro del Interior de Arabia Saudita.
De esta manera, el propio hijo del rey, o sea el príncipe Mohammed ben Salman Al-Saud, de 31 años, se convierte, de hecho, en el nuevo príncipe heredero.
El príncipe Mohammed ben Nayef Al-Saud, quien hizo sus estudios en Oregón (Estados Unidos) y posteriormente se formó en el FBI y en Scotland Yard, estaba considerado como el hombre de Estados Unidos en Arabia Saudita y había obtenido resultados en la lucha contra algunos disidentes de al-Qaeda. Su marginación pone fin a las esperanzas de la rama de los Nayef de alcanzar el trono.
Por su parte, el príncipe Mohammed ben Salman carece de formación académica. Detenta, cuando más, un título de bachiller obtenido en una escuela local pero se ignora si ese título realmente corresponde a la realización de verdaderos estudios. Hizo su debut en política como asistente de su padre, el actual rey, cuando este último fue gobernador de Riad y posteriormente ministro de Defensa.
En 2015, cuando el rey Salman accedió al trono, fue su hijo, el príncipe Mohammed ben-Salman, quien se convirtió en ministro de Defensa e implicó al ejército de Arabia Saudita en la agresión contra Yemen, que está resultando desastrosa para las tropas sauditas. Disponiendo del poder real por procuración, el hijo del rey presentó Visión 2015, un amplio proyecto de reforma política que prevé la privatización de ARAMCO –única fuente de divisas de Arabia Saudita– y desarrollar el reino sin contar para ello con la industria del petróleo.

A grande democracia americana

http://www.jornada.unam.mx/2017/06/26/opinion/025o1mun#texto
Os governos do Império ainda têm a distinta lata de falarem em direitos do Homem . Ler :
 "Los videos de las declaraciones preliminares de un par de ex sicólogos militares que fueron obligados a testificar como parte de una demanda legal federal interpuesta por la Unión Americana de Libertades Civiles (ACLU) en nombre de dos ex detenidos y la familia de otro que murió en un centro de detención estadunidense son escalofriantes. Bruse Jessen y James Mitchell, en tonos muy profesionales, describen las técnicas de tortura que diseñaron e implementaron para interrogar a los detenidos en sitios clandestinos de la CIA en los meses posteriores al 11-S. Aquí explican cómo elaboraron y aplicaron las técnicas –incluyendo el famoso waterboarding, colgar a la gente de los brazos, encerrarlos en un ataúd, golpearlos contra paredes, sujetarlos a temperaturas extremas y más. Nada nuevo, más que escuchar sus voces tranquilas y justificar todo como cumpliendo órdenes (aunque estaban en esos momentos trabajando de contratistas independientes y su negocio ganó 81 millones de dólares por sus servicios). El juicio está programado para septiembre. Aunque se ha reportado ampliamente sobre el uso de estas técnicas, que estos dos expertos en tortura expliquen sus métodos, que han sido ahora prohibidos y fueron calificados de tortura bajo leyes y convenciones internacionales, de nuevo está en frente de todos. (nytimes.com/ interactive/2017/06/20/us/cia-torture.html)"

Sonhos e realidades de um dia de verão

De um errático !
Este ao menos ainda diz ao que vem ao contrário dos nossos  federalistas envergonhados ditos europeístas ...

Europe’s Gradualist Fallacy 

Project sindicate 27
Varoufakis 
The logical answer is either to dismantle the euro or to provide it with the federal state it needs. The problem is that the first solution would be hugely costly, while the second is not feasible in a political climate favoring the re-nationalization of sovereignty.
Those who agree that the cost of dismantling the euro is too high to contemplate are being forced into a species of wishful thinking that is now very much in vogue, especially after the election of Emmanuel Macron to the French presidency. Their idea is that, somehow, by some unspecified means, Europe will find a way to move toward federation. “Just hang in there,” seems to be their motto.
Macron’s idea is to move beyond idle optimism by gaining German consent to turn the eurozone into a state-like entity – a federation-lite. In exchange for making French labor markets more Germanic, as well as reining in France’s budget deficit, Germany is being asked to agree in principle to a common budget, a common finance ministry, and a eurozone parliament to provide democratic legitimacy.