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12 de dezembro de 2017

O melhor destino turísico do mundo !

O turismo não é tudo , nem pode mascarar a precariedade do trabalho , mas é muito importante como alavanca para o desenvolvimento .
"O prémio é tanto mais importante quanto se trata do primeiro país europeu a conquistar esta distinção.
Portugal é o melhor destino turístico do mundo, já é oficial. Trata-se do galardão atribuído pelos World Travel Awards, os chamados Óscares do turismo, entregues no domingo numa cerimónia que teve lugar no Vietname.Lisboa também foi distinguida com o primeiro prémio na categoria de melhor destino para City Break do Mundo, ou seja, estadias de curta duração.
Mas não é tudo. Ao todo, Portugal arrecadou seis óscares do turismo mundial. E nem as ilhas ficaram de fora, a Madeira recebeu o prémio de melhor "Destino Insular do Mundo"

O Salário mínimo Francês

O salário mínimo francês (SMIC) e o euro
(...)
"Bien entendu, de nombreux rapports ont été produits depuis ces trente dernières années, qui visaient tous à « démontrer », et l’on mettra ce terme entre parenthèses, que le SMIC avait un effet négatif sur l’emploi. C’est d’ailleurs un poncif, ce que l’on appelle un « pont-aux-ânes » de l’économie néoclassique. On citera ainsi parmi les plus notables un rapport commis par Jean Pisani-Ferry et Gibert Cette en 2000[2]. C’est ce même Gilbert Cette, entouré d’économistes qui sont tous farouchement opposés à la notion de salaire minimum, que l’on retrouve comme auteur du dernier rapport dont on parle tant. Il y a des économistes qui ont de la suite dans les idées, que l’on pourrait même qualifier de serial-rapporteur, même si ces idées sont pour le moins discutables. Le raisonnement est simple : la salaire est un « coût » pour l’entreprise, et cette dernière n’embauchera pas si l’on bloque les salaires à la hausse…En fait, les salaires payés par les entreprises sont aussi la demande à laquelle ces mêmes entreprises répondent. Baisser les salaires, c’est baisser la demande, donc baisser la production. Et la hausse des profits ne profite à l’investissement, et donc à la production future, que sous deux conditions : que l’on soit en économie fermé et que cette production future puisse trouver à son tour un débouché.
Alors, il est vrai que le SMIC français est l’un des plus élevés de la zone Euro. Mais, cela traduit surtout le mécanisme de la zone Euro. On voit bien que si la France avait gardé sa souveraineté monétaire, et si elle avait laissé sa monnaie se déprécier, ce qui aurait dû normalement se passer en particulier face à l’Allemagne depuis les années 2000, le SMIC français serait au niveau de celui de nombre de ses concurrents. Alors, il convient de se poser la question : si l’on parle tant du SMIC, n’est-ce pas une conséquence de l’euro ? On conçoit bien que l’existence même de la « monnaie unique » dans un cadre de libre-échange, entraîne une formidable surenchère à concurrence par la déflation salariale.
On dira, assurément, que si vous augmentez vos salaires de 10% et que vous dépréciez d’autant votre monnaie, les effets s’annulent. En fait, ce n’est pas le cas. Plus de 50% de la consommation des ménages se fait en bien et services qui sont produits en France. La dépréciation de 10% ne porte que sur l’autre part de la consommation, soit un peu moins de 50%. Donc, si l’on accroît le SMIC de 10% et que l’on laisse la monnaie se déprécier de 10%, le pouvoir d’achat n’enregistrera une hausse que de 5%. Les salariés payés au SMIC, et les autres dont les salaires sont en réalité indexés sur le SMIC, voire influencés par le SMIC, verront leur pouvoir d’achat augmenter de 10%-5%=5% !
C’est la possibilité d’user de ce mécanisme que l’on a perdu avec la mise en place de l’Euro. Il convient de toujours s’en souvenir à chaque fois que des « économistes » viendront vous dire que vos salaires sont trop élevés…
Jacques Sapir

Olha o Cogumelo


"É o chamado duplo cogumelo, cogumelo gigante, presidencial, isto é o cogumelo presidencial com este tamanho. Não, tem de ser, este é o Presidente da República e este é o Governo que é mais pequenino. Solidariedade institucional, o Presidente para aguentar o Governo por uns tempos. " Marcelo dixit    
Na altura, o grupo liderado por Artur Sousa continuava a apresentar-se como o maior produtor europeu de cogumelos e um dos maiores do mundo, com cinco fábricas em Portugal e duas em Espanha, empregando mais de 500 pessoas.

É todo este universo empresarial que está agora em risco de falência   Apontada diversas vezes como um "case study", a Sousacamp vinha acumulando prémios e distinções. Por exemplo, ganhou o 1.º Prémio Nacional de Jovem Empreendedor (1990) e o Prémio Nacional de Inovação Ambiental (2001) pelo European Environmental Press e pela revista "Indústria e Ambiente".
    

11 de dezembro de 2017

As políticas de direita

Quando se diz que a chave do crescimento económico está na formação da população ...
Está quando as políticas absorvem e valorizam essa mão de obra . Está quando as empresas básicas e estratégicas estão ao serviço do país e este não está colonizado por uma UE ...
Caso contrário estamos a formar para os outros . Os países de acolhimento vão receber mão de obra altamente qualificada e sem custos de formação . Uma maravilha.

"Metade dos jovens médicos admite
emigrar quando já for especialista
Médicos do Norte inquiridos num grande estudo sobre carreiras queixam-se de excesso de trabalho e da
falta de perspectivas de progressão. Mais de mil profissionais emigraram desde 2014"Público hoje

China

La nueva teoría de las élites occidentales sobre la «amenaza china»

Al retirarse, desde el inicio de su mandato, del Acuerdo Transpacífico de Cooperación Económica, el presidente Trump puso fin a la guerra económica contra China. En pago, China redujo sus derechos de aduana, no sólo a los productos de Estados Unidos sino a todas sus importaciones. Ese acercamiento entre Washington y Pekín es sin dudas el acontecimiento político más importante de 2017. Pero Occidente no acaba de entenderlo.

Propostas

Propostas para dar resposta às dívidas dos Estados e  reformar a Zona Euro
Dernière proposition en date, celle de Jean-Pierre Landau, un ex vice-gouverneur de la Banque de France. Il défend la proposition du Wolfgang Schäuble de mutation du Mécanisme européen de stabilité (MES), tout en l’assortissant d’une caractéristique inacceptable pour lui, qui impose une modification de traité. Le MES pourrait, également, avoir selon lui accès à la BCE afin de correctement remplir son rôle de FMI européen.

O Casino


Trackers, como são comummente chamados, são fundos que têm subjacentes diversos ativos, dentro de uma categoria, que variam desde ações, obrigações, commodities, petróleo, Bitcoin, metais preciosos, moeda estrangeira, entre outros produtos, que são transacionados como ativos normais em várias bolsas mundiais, incluindo Nova Iorque, Londres e Frankfurt.
Como estes fundos seguem índices, não é necessário que o investidor despenda o mesmo tempo e pesquisa que teria aquando da seleção de ações, não tendo, portanto, custos de aconselhamento que teria caso investisse através de corretores que operem com recurso a aconselhamento. Os fundos, em si, são menos dispendiosos do que, por exemplo, se comprasse todos os ativos subjacentes. 
Em dez anos este mercadomais do que quintiplicou en volume

Pagar dívida com juros altos

O Estado português prevê devolver, ainda este ano, mais 1.000 milhões de euros ao Fundo Monetário Internacional (FMI), no âmbito do valor emprestado aquando do programa dito de assistência económica e financeira.

O valor consta de uma apresentação do IGCP, gestora da dívida soberana portuguesa, datada de quinta-feira passada e difundida no seu site, que refere que o montante total devolvido à instituição de Washington durante 2017 ascenderá a 10 mil milhões de euros, mais do dobro dos 4.500 milhões de euros reembolsados no ano passado.

10 de dezembro de 2017

Riscos

Só falta elencar , os riscos do próprio Deutsch Bank , do euro ,  da Catalunha das eleições em Itália....

" A lista com os 30 maiores riscos, segundo o Deutsche Bank: 1. Subida da Inflação nos EUA no segundo trimestre 2. O BCE sinalizar o fim da compra de ativos no segundo trimestre 3. Aumento dos spreads entre obrigações de qualidade e as de maior risco nos EUA 4. Teste à nova liderança da FED 5. Inflação na Alemanha mais alta do que o esperado 6. Salários na Alemanha mais altos do que o esperado 7. Fim das taxas negativas em obrigações na UE 8. Mudança de liderança no Banco do Japão 9. Subida dos prémios nas obrigações do tesouro nos EUA e alemãs (Bund) 10. Desalinhamento entre as valorizações das ações nos EUA e os seus fundamentais 11. Correção das ações nos EUA 12. Aumento da volatilidade 13. Crash da bitcoin; impacto da confiança nos investidores particulares 14. Coreia do Norte 15. Impacto maior do que o previsto da reforma fiscal nos EUA 16. Continuação do aumento da desigualdade nos EUA 17. A investigação Mueller nos EUA 18. Eleições intercalares nos EUA 19. Eleições em Itália 20. Desenvolvimentos do Brexit 21. Novo governo no Reino Unido? 22. Decisão de reverter o Brexit? 23. Eleições presidenciais na Irlanda 24. Eleições locais no Reino Unido 25. Eleições presidenciais na Rússia 26. Subida dos preços das matérias-primas 27. Rebentar a bolha imobiliária no Canadá ou Austrália 28. Rebentar a bolha imobiliária na Suécia ou Noruega 29. Rebentar a bolha imobiliária na China associada a uma correção do mercado acionista chinês 30. Abrandamento do crescimento económico na China mais abrupto do que o esperado "

9 de dezembro de 2017

Previsões

https://www.home.saxo/campaigns/outrageous-predictions-2018?int_cmpid=op18-button1/#/appShell

Em 2018, a economia mundial será abalada por uma onda de impactos, tais como perda de independência e  enfraquecimento da supervisão e controle dos bancos centrais norte-americanos e japoneses, queda do índice S&P 500, tensões políticas na União Europeia e perda de interesse na moeda virtual bitcoin pelos seus investidores

"Em 2018, a Bolsa de Energia Internacional de Xangai iniciará negociações utilizando contratos futuros petrolíferos em yuan, e este passo causará grandes mudanças geopolíticas e financeiras", assinalaram especialistas. Como vai reagir Trump ?    
Por enquanto, no mercado mundial de contratos futuros petrolíferos são negociados dois contratos padrões – BRENT e WTI, ambos em dólares 



8 de dezembro de 2017

Uma eleição

"Não se ignora nem desmentirá que em Centeno se identificarão elementos diferenciadores. Não teremos os comentários brejeiros sobre Portugal, a ostensiva arrogância na comunicação, a displicência de tratamento e relacionamento seja para com Portugal ou país diverso. Sem desvalorizar elementos de forma, o essencial reside nos conteúdos." Jorge Cordeiro
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Lenha em fogueira alheia


Desculpem os leitores este incorrigível espírito contrariador, esta teimosia em desacertar o passo com a marcha imparável da opinião publicada, esta insistência em não tomar a espuma pela substância. A eleição de Mário Centeno como presidente do Eurogrupo está longe de representar para o País o que por aí se festeja. Não partilhamos desse esfuziante entusiasmo, mesmo quando tão contrariado quanto o vindo de sectores do PSD e CDS,  desse puxar pelo brio nacional, dessa celebração de um feito que nos devia pôr todos a transbordar de orgulho. Outras razões não houvesse e ainda que sem fazer extrapolações, a vários títulos desajustadas, sempre se invocará o que a experiência revela quanto ao que feitos e nomeações semelhantes traduziram para o País.

Temos todos o saber bastante para ver o monge pelo hábito que enverga. O Eurogrupo é o que é, quer a ele presida Dijsselbloem, Centeno ou outro ministro das Finanças. É, e continuará a ser, um instrumento essencial da concretização de um projecto alheio ao interesse nacional, de imposição dos critérios que, servindo o Euro, a Alemanha e o capital transnacional, não serve nem os trabalhadores nem os povos. O Eurogrupo é, e continuará a ser, um espaço concebido para tolher a soberania dos Estados, para suportar os processos de  ingerência e chantagem como o programa de agressão a que o País foi submetido recentemente ou as sucessivas réplicas de empobrecimento imposto a países como a Grécia. É, e continuará a ser, uma sala de comando da agenda federalista, monetarista e neoliberal da União Europeia e um centro de reprodução da divergência económica e social.

As razões que abriram caminho à eleição de Centeno são as inversas das que à primeira vista se pode ser levado a supor. Seria ingenuidade admitir que a designação desconsiderará o seu posicionamento face ao que o Euro e a União Económica e Monetária constituem. Centeno é premiado com a Presidência por partilhar em larga medida dos dogmas do Eurogrupo aliás expressas na missiva dirigida nas vésperas da eleição onde refere esse acto como «oportunidade para o levar por diante para construir uma mais equilibrada e robusta economia na zona euro» e «para dar passos para uma mais completa União Económica e Monetária». Mas se na verdade o que guindou o Ministro de Finanças de Portugal foram, como se ouve dizer, os sinais positivos que a economia nacional patenteia então só se pode concluir que na sua origem estarão factores de política que estão nos antípodas das receitas e orientações monetaristas do Eurogrupo. Se pode ser tomada como boa a ideia expressa por Centeno que a «robustez da política em Portugal favorece candidatura ao Eurogrupo», o que dali resultará é o contrário. É um erro de cálculo, uma perigosa ilusão admitir que Centeno convenceria quem até agora o tem convencido, sob ameaças e chantagens diversas sobre o País, dos dogmas orçamentais que impõem uma trajectória para o défice que só pode resultar num conflito sem tréguas com o rumo de reposição e conquista de direitos e de resposta aos problemas estruturais do País. O que por mais certo se terá é o risco de Centeno se pretender revelar credor da confiança dos seus parceiros de grupo para impor cá, em pleno, as conhecidas opções que de lá trouxeram a intensificação do empobrecimento e declínio que se conhece na primeira metade da década. Há já quem esfregue as mãos com o que a sua eleição trará «de mais disciplina orçamental».

Não se ignora nem desmentirá que em Centeno se identificarão elementos diferenciadores. Não teremos os comentários brejeiros sobre Portugal, a ostensiva arrogância na comunicação, a displicência de tratamento e relacionamento seja para com Portugal ou país diverso. Sem desvalorizar elementos de forma, o essencial reside nos conteúdos.
Enquanto os dirigentes ocidentais implicados na destruição da jugoslávia  gozam as suas reformas douradas.e.alguns  são autênticos criminosos de guerra ...
https://www.youtube.com/watch?time_continue=3&v=4xss0Ep1MJM

Préambule du Saker francophone 
Le 22 novembre 2017, le Tribunal pénal international pour l’ex-Yougoslavie (TPIY) a prononcé la condamnation à la prison à perpétuité de Radko Mladic, « chef militaire des Serbes » pendant la guerre de 1992-1995. Selon France 24, il est reconnu coupable de « génocide et de crime contre l’humanité », notamment « pour son rôle dans le massacre de 8 000 hommes et garçons musulmans en juillet 1995 à Srebrenica et dans le siège de Sarajevo (10 000 morts) ». Le Saker francophone saisit cette occasion pour republier une interview d’Edward Hermann parue à l’origine en juillet 1995, qui démonte l’immense tromperie que constitue le célèbre « massacre de Srebrenica ». C’est aussi une manière pour nous de rendre hommage à Edward Hermann, qui vient de mourir dans la quasi indifférence de la presse dominante.

Le célèbre auteur, Dr. Edward Herman, s’est entretenu avec John Robles, de The Voice of Russia (aujourd’hui Russia Today), à propos des faits entourant le massacre de Srebrenica, prétexte à l’invasion « humanitaire » de l’ancienne Yougoslavie et démonte la version « officielle », celle qui a toujours été promue par l’Occident.
Dr. Herman révèle qu’il y a eu en fait de multiples massacres à Srebrenica et que le meurtre de soldats musulmans bosniaques (le prétexte de l’Occident) était en réplique au meurtre de plus de 2000 civils serbes, pour la plupart des femmes et des enfants, à ce même endroit.
Il y a onze ans, le 11 juillet 1995, le massacre de Srebrenica.
John Robles : – Ma première question concerne le « massacre de Srebrenica » et la façon dont l’establishment a manipulé les médias. Pouvez-vous nous dire ou nous donner quelques idées à ce propos ?
Edward Herman : – En effet, je cite toujours « le massacre de Srebrenica » entre guillemets parce qu’il y a eu effectivement beaucoup de massacres dans cette zone et, avant juillet 1995, un grand nombre de Serbes ont été tués par des forces musulmanes, des forces bosniaques musulmanes, qui sont sorties de Srebrenica.
On estime que plus de 150 villages serbes ont été totalement anéantis et une étude donne en fait les noms de 2383 civils serbes qui ont été tués entre 1992 et juillet 1995. Donc nous devrions appeler cela « le premier massacre de Srebrenica ». Puis en juillet 1995…
– Juste pour être très clair, ce sont des Serbes qui ont été tués.
– Oui ! Nous parlons d’environ 2383 civils serbes, tués avant juillet 1995. L’armée serbe de Bosnie a pris le contrôle de Srebrenica en juillet 1995, et il y a eu des morts et des exécutions après. C’est pourquoi on parle en Occident du « massacre de Srebrenica » mais, en fait, c’est surtout une construction politique.
Le nombre des gens exécutés alors se situait probablement entre 500 et 1000. Autrement dit, moins de la moitié du nombre de civils serbes tués avant juillet 1995.
Les Occidentaux proclament que 8000 hommes et jeunes gens ont été exécutés dans le massacre de Srebrenica cité, mais notez que c’était des hommes, toujours des hommes, ils étaient tous soldats, alors que les 2383 civils tués incluaient un très grand nombre de femmes et d’enfants.
Nous parlons de l’exécution, lors du second  "massacre", essentiellement de membres de l’armée. Bien sûr, ils n’ont jamais prouvé qu’il y a eu 7000 ou 8000 hommes et de jeunes garçons tués, ou même davantage. Les corps dans les tombes représentent quelque chose comme 2500 morts.
Beaucoup de ces corps étaient des morts au combat. L’une des beautés du système de propagande occidental est que tous les corps qu’ils ont trouvés après juillet 1995 sont comptés comme des exécutions, même si nous savons très bien qu’un grand nombre ont été tués au combat.
Rappel
– Un autre fait important à propos du massacre de Srebrenica est que tous ces meurtres de Serbes ont eu lieu dans une zone censée être un « refuge ». Srebrenica était un endroit sûr, un refuge. Elle était censée être démilitarisée, mais ne l’a jamais été.
Donc les soldats bosniaques musulmans sont venus à Srebrenica et ont tué des civils serbes. Tout cela est complètement ignoré par les médias occidentaux. Comme si les Serbes étaient arrivés en juillet et avaient commencé arbitrairement à tuer.
En fait, le tribunal sur la Yougoslavie a demandé à l’armée des Nations unies dans cette région, à un responsable français du nom de Phillip Morillon : « Pourquoi les Serbes ont-ils fait cela ? » Il a répondu qu’il était absolument convaincu qu’ils l’avaient fait à cause de ce que le commandant des musulmans bosniaques avait fait aux Serbes avant juillet 1995.
C’est le commandant de l’armée de l’ONU, mais vous ne le verrez pas dans la presse occidentale !...
...Je considère donc le massacre de Srebrenica comme un énorme triomphe de la propagande. L’Occident voulait s’attaquer à la Serbie et il a évité la paix. Il avait besoin de ce massacre.

A palha e a pólvora


 Inquérito do jornal de negócios francês les Echos de ontem aos investidores institucionais :
Qual a principal inquietação a par do risco geopolítico: o aumento das bolhas financeiras

23% des institutionnels anticipent une bulle immobilière - bolha imobiliaria
30% des institutionnels anticipent une bulle sur les actions -bolha de acções
42% des institutionnels anticipent une bulle obligataire- bolha de obrigações
64% des institutionnels anticipent une bulle du bitcoin- bolha do bitcon
Nota o bitcon representa uma capitalização pequena , 400 Mds $ quando comparado com as acções e obrigações .

La capitalisation des actions est de l'ordre de 100 000 Mds$ 
Celle des obligations atteint environ 180 000 Mds$ (dont obligations d'Etat 63 000 Mds$)
C'est la paille et la poutre.

7 de dezembro de 2017

A sucursal da NATO

                                 A PESCO
Após 60 anos de espera, a Ministra da Defesa, Roberta Pinotti, anuncia que está para ser lançada em Dezembro, a PESCO, a «Cooperação Estruturada Permanente» [Permanent Structured Cooperation] da União Europeia, no sector militar, inicialmente entre 23 dos 27 Estados membros.
O Secretário Geral da NATO, Jens Stoltenberg, explica o que é essa entidade. Participando no Conselho dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, salienta «a importância, evidenciada por tantos líderes europeus, de que a Defesa europeia seja desenvolvida de modo a não ser competitiva, mas complementar da NATO".
O primeira passo é fazer com que os países europeus aumentem as suas despesas militares: a PESCO estabelece que «os compromissos ambiciosos e mais vinculativos" são «o aumento periódico em termos reais dos orçamentos de Defesa, a fim de atingir os objectivos acordados». Ao orçamento da NATO, a crescer continuamente, da qual fazem parte 21 dos 27 Estados da União Europeia, adiciona-se agora, o Fundo Europeu de Defesa, através do qual a União Europeia irá destinar 1,5 bilião de euros por ano para financiar projectos de pesquisa em tecnologia militar e comprar sistemas de armas comuns. Esta será a quantia inicial, destinada a aumentar ao longo dos anos.
Para além do aumento das despesas militares, os compromissos fundamentais da PESCO são «o desenvolvimento de novas capacidades e a preparação para participar em operações militares conjuntas». Capacidades complementares para as necessidades da NATO que, no Conselho do Atlântico Norte, do passado dia 8 de Novembro, estabeleceu a adaptação da estrutura de comando, na Europa, para aumentar a «capacidade de reforçar os Aliados de forma rápida e efectiva».

OMC

Carta de organizaciones sociales de Colombia en apoyo a la contracumbre de la OMC

La Organización Mundial del Comercio se ha constituido como una institución para la imposición y perpetuación de las relaciones desiguales en un mercado totalmente inhumano


3 de diciembre por CADTM Colombia

Até as Agências deles

Não pode ser dirá o PSD e o CDS . Que mais nos irá acontecer dirão os comentadores de serviço !

" O Morgan Stanley vê a dívida soberana portuguesa - nomeadamente na maturidade a 10 anos - como uma oportunidade de investimento para os próximos dias e recomenda um aumento de exposição aos títulos antes da decisão da Fitch sobre o rating de Portugal.

É o que consta de uma nota do banco norte-americano, citada pela Bloomberg, que aconselha posições longas sobre o comportamento das obrigações lusas face às suas contrapartes germânicas, perante a possibilidade de uma melhoria da notação de Portugal.

A expectativa, de acordo com a instituição, é de que com a iminência da decisão da Fitch (esperada para 15 de Dezembro) o diferencial (spread) entre os juros das dívidas portuguesa e alemã a 10 anos venha a estreitar-se ainda mais, o que justifica a recomendação. 

PSD e CDS têm de continuar a falar de Tancos e dos incêndios


O Fundo Monetário Internacional (FMI) voltou a rever em alta as suas previsões de crescimento da economia portuguesa para este ano e o próximo e tem agora as mesmas projecções que o Governo português. Embora haja ainda obstáculos a ultrapassar - com a dívida pública no topo da lista de prioridades -, a situação melhorou e o Fundo parece estar a afrouxar a vigilância.

Há pouco mais de um ano, o FMI esperava que Portugal crescesse uns desapontantes 1% e 1,1% em 2017 e 2018. Hoje, prevê 2,6% e 2,2%, respectivamente. Uma diferença da noite para o dia, que alinha as previsões do Fundo com aquelas que o Governo inscreveu no Orçamento do Estado para este ano e acompanha uma mudança de perspectiva da instituição sobre o país.

"As perspectivas de curto-prazo para Portugal continuam favoráveis, apoiadas numa recuperação do investimento e na continuação do crescimento das exportações e do consumo privado. Os objectivos orçamentais para 2017 e 2018 parecem estar ao alcance e os spreads das obrigações caíram substancialmente, ao mesmo tempo que a estabilidade e a confiança no sistema bancário melhoraram, à medida que os bancos reforçaram o capital", pode ler-se no mais recente comunicado de final da missão de avaliação pós-programa de ajustamento, publicado esta tarde.

A revisão em alta que é hoje anunciada (0,1 pontos em 2017 e 0,2 pontos em 2018) é explicada essencialmente por dois factores: o arrefecimento do terceiro trimestre foi menos pronunciado do que o FMI esperava; e a Zona Euro está a acelerar mais do que as anteriores projecções antecipavam.

Em específico, o FMI destaca o desempenho positivo do investimento este ano, especialmente a construção, que está a ser puxada pelo turismo. Ao mesmo tempo, o consumo das famílias continua forte, com o emprego a manter uma trajectória de recuperação.

6 de dezembro de 2017

Uma grande provocação ,

Uma grande provocação que as entidades públicas RDP e RTP não mostram . Ao serviço da Embaixada dos EUA a RDP ainda recentemente realizou um programa sobre a tensão no golfo da coreia totalmente tendencioso e unilateral.
Estão a realizar-se manobras militares sem precedentes que contam com participação de mais de 200 aviões bélicos e com o bombardeiro lancer B1- B.na fronteira da Coreia do Norte A conclusão das manobras está prevista para sexta-feira (8). 
O bombardeiro visa atacar alvos subterrâneos […] bem como instalações e postos de comando subterrâneos. Teoricamente, a Coreia do Norte pode possuí-los. É evidente que essas iniciativas visam demonstrar a força por parte dos EUA, tentando dissuadir os norte-coreanos, fazê-los desistir de seu programa nuclear e de mísseis. Contudo, a política de Pyongyang é  a de responder com o lançamento de mísseis a quaisquer ameaças. Como a Coreia do Norte vai responder agora? Provavelmente, com declarações que dentro de duas ou três semanas se sucederão com lançamento de outros mísseis ou testes nucleares subterrâneos.

O mais caro preço do gás e da electricidade da zona euro


Saíram as estatísticas do primeiro semestre publicadas pelo Eurostat relativas ao preço no consumidor da electricidade e gás .
Apesar de terem descido no nosso país respectivamente -15,3% e -2,8 em comparação com o semestre do ano passado, Portugal tem o maior preço do gás da zona euro e o segundo mais elevado da zona euro em relação à electricidade.
Electricidade em paridades de poder de compra : Alemanha 28,7 ,  Portugal 28,6 , Espanha 25,4 , Itália 21,7...
Gás :Portugal 9,7 , Suécia 9,5 ,Espanha 7,4 ,  Itália 7,1 ,  França 5,8, Alemanha 5,8...
As rendas excessivas de contratos de anteriores governos que se traduzem em lucros chorudos para electricas e petrolíferas são pagas pelo zé

5 de dezembro de 2017

Iémen

La guerre conduite par l’Arabie saoudite inflige un véritable carnage au Yémen avec les bombardements, la famine et les épidémies, pourtant, comme le souligne Shireen Al-Adeimi, les présidents Obama et Trump ont tous deux insisté sur le soutien à leurs « alliés » saoudiens dans leurs crimes de guerre.
Le Yémen continue de souffrir en silence tandis que le monde se détourne de sa misère. Malgré deux années et demi d’une guerre cruelle, l’Américain moyen ignore toujours la pénible vérité que les États-Unis ont aidél’Arabie saoudite et les Émirats Arabes Unis à détruire un pays souverain qui ne constituait de menace pour personne.
Un quartier de Sanaa, la capitale du Yémen, après une frappe aérienne, le 9 octobre 2015. (Wikipédia)
Alors que les riches états arabes bombardent le pays le plus pauvre du Moyen-Orient et créent la plus grande crise humanitaire au monde et une épidémie de choléra sans précédent, le gouvernement américain (d’abord sous l’administration Obama puis sous celle de Trump) a continué de les appuyer non seulement par la vente d’armes, mais aussi par des ravitaillements en vol, du renseignement ciblé et autres soutiens logistiques.
La communauté internationale a trahi tant de fois les Yéménites – on peut citer par exemple la capitulation de l’ONU sous la pression saoudienne en la retirant de la liste des tueurs d’enfants et en autorisant la coalition menée par l’Arabie saoudite à enquêter elle-même (et se dédouaner) au sujet de tout acte répréhensible. Bien qu’une information sur les crimes de guerre au Yémen ait finalement été acceptée récemment, le mot « enquête » a été abandonné, reste à savoir quels « experts régionaux » composeront le comité.
Mais devons-nous, peuple américain, tourner le dos à la responsabilité de notre gouvernement dans la destruction du Yémen ? Les Yéménites ne cherchent pas refuge en Europe ou en Amérique parce qu’un blocusterrestre, aérien et maritime empêche de faire entrer nourriture et médicaments tout en bloquant les gens. A la différence de ceux qui fuient la guerre en Syrie, les Yéménites sont « loin des yeux, loin du cœur ». Alors ceux d’entre nous qui connaissent le calvaire des Yéménites peuvent se sentir impuissants ou ne pas savoir comment apporter leur aide. La vérité est que nous devons agir et que nous devons agir vite.
Nous ne pouvons plus longtemps rester là à regarder mourir les enfants yéménites de maladies curables comme le choléra (750 000 cas recensés) parce qu’ils n’ont pas accès à l’eau potable. Pas plus que nous ne pouvons rester là à les regarder mourir de faim parce que leurs parents n’ont pas de quoi acheter le peu de nourriture disponible alors que nos greniers regorgent de denrées.
Nous ne pouvons plus regarder les Yéménites, hommes, femmes et enfants, se faire tuer par les frappes aériennes saoudiennes et émiraties, soutenues par les États-Unis, et qui ciblent sans distinction les maisons, les écoles, les enterrements ou les hôpitaux. Nous devons regarder en face le rôle du gouvernement américain dans la création de cette « catastrophe à cause humaine » qui a poussé cette nation déjà ruinée à sa plus extrême limite.
Maintenant, après 30 mois de cette guerre sans but, les États-Unis ont l’opportunité de se retirer définitivement du Yémen. Le Congrès débattra et votera bientôt la « House Concurrent Resolution 81 », une proposition de loi soutenue par les deux partis déposée par les députés Ro Khanna (démocrate, Californie), Thomas Massie (républicain, Kentucky), Mark Pocan (démocrate, Wisconsin) et Walter Jones (républicain, North Carolina), et qui vise à mettre un terme au soutien par les États-Unis de la coalition menée par les Saoudiens au Yémen.
Cette loi pourrait épargner aux Américains d’avoir à regarder en arrière en se demandant ce qui aurait pu être fait pour sauver des millions de gens d’une mort certaine. Elle offre une chance de mettre un terme à cette guerre destructrice en exhortant les dirigeants politiques américains à cesser de soutenir la coalition menée par l’Arabie saoudite, un allié qui a travaillé avec des terroristes pour atteindre ses objectifs, qui a commis et continue de commettre de nombreux crimes de guerre au Yémen.
Shireen Al-Adeimi, un Yéménite Canadien Américain, candidat au doctorat et enseignant à l’université d’Harvard.

Source : Shireen Al-Adeimi, Consortium News, 05-10-2017

UM LIVRO E UMA ENTREVISTA

Um livro a ler : A segunda Anexação , Le second Anschluss

V. Giacchè : «Vingt-sept ans après, l'Allemagne de l'Est ne s'est pas remise de son annexion par l'Ouest». 



Vladimiro Giacchè


Vladimiro Giacchè est un économiste italien, actuellement président du Centre de recherche européenne de Rome. Fin connaisseur de l'Europe et de l'Allemagne, il est l'auteur d'un ouvrage original et riche sur la réunification allemande, Le second Anschluss – l'annexion de la RDA(édition Delga, 2015). Alors que l'Allemagne vient de voter dans le cadre d'élections législatives dont les résultats fragilisent Angela Merkel et quelques jour après le vingt-septième anniversaire de l'unité du pays, il a bien voulu répondre aux questions de L'arène nue

[Cet entretien a été traduit de l'italien par une fine équipe composée de Luca Di Gregorio, Gilles Tournier et Paul Moesch : un grand merci.]


***


Les résultats des élections législatives en Allemagne ont révélé de profondes divergences entre l'Ouest et l'Est du pays. Dans l'ex-RDA, le parti AfD fait 21,5 %, et est arrivé second. Die Linke y a réalisé ses meilleurs score (16 % contre 9 % au niveau national). J'imagine que vous n'en être guère surpris. Comment l'expliquez-vous ?

Aucune surprise, en effet. C’est la conséquence d’un pays qui reste toujours divisé vingt-sept ans après son unification, en même temps que d’un accroissement des inégalités sociales ces dernières années. Un citoyen qui vit en Allemagne de l’Est a deux fois plus de chances d’être chômeur que s’il vivait à l’Ouest. Et lorsqu’il travaille, il perçoit un salaire inférieur de 25 % à ce que perçoit un travailleur de l’Ouest. 

A Hipocrisia de OBAMA

Um arrependimento depois da CNN ter divulgado um mercado de escravos na líbia.
O Ocidente levou os direitos humanos para a Libia como se vê .
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, admitiu que a maior falha de seu governo foi não ter um plano para o que aconteceria após a intervenção liderada pela NATO na Líbia.
"Provavelmente (o maior erro) foi não planear o dia seguinte para o que eu acredito que foi a coisa certa a fazer ao intervir na Líbia", disse Obama ao Fox News em entrevista exibida no  passado domingo.
O líder americano disse também que a situação na Líbia após o derrube do líder do país, Muammar Kadhafi, ficou um caos".
A Líbia vive em estado de tumulto desde o movimento conhecido como Primavera Árabe, em 2011, que mais tarde levou a uma fomentada guerra civil e à queda de Kadhafi por  extremistas islâmicos apoiados financiados e armados pela CIA , Serviços Secretos franceses e pelo ocidente.
O governo Obama apoiou o uso de ataques aéreos na Líbia para garantir que rebeldes derrubassem Kadhafi após uma  psudo revolta em 2011. Desde a morte do ex-líder líbio, a influência de extremistas islâmicos no país vem crescendo constantemente.
Mas a desculpa de não ter planeado o dia seguinte pode-se aplicar se no Iraque , no Afeganistão...

4 de dezembro de 2017

Quando lhes tocam na carteira

Carpideiras
Jorge Cordeiro


Costuma dizer-se que a dor é sempre maior ali onde mais se faz sentir. Aos que, perante a proverbial sabedoria popular, franzem o sobrolho, seja por distanciamento elitista ou dúvida fundada sobre a cientificidade do dito, cá temos a reacção ao Orçamento do Estado agora aprovado a comprovar o que, mais ou menos empiricamente, se foi dando por verdade adquirida. É vê-los a chorar, ainda que com manifesto exagero, e logo se percebe onde a coisa dói.
Não fosse a tradição, antiga de milénios, cair em esquecimento e aí está reavivado o coro de carpideiras. Reconheça-se que nos tempos que correm com assinaláveis diferenças: de profissão feminina ganhou como se vê, à conta da evolução emancipatória, o concurso dos dois sexos; passou a não se circunscrever ao lamento de defunto alheio até porque os de hoje o que choram mesmo são interesses próprios; tendo razões para se lamuriar já não o fazem a troco de ninharias com que há séculos atrás se exercia o pranto, mas sim pela expectativa de mais palpáveis e generosos benefícios. Observe-se entretanto o seguinte – o lamento ao morto e ao moribundo que outrora fez modo de vida, não encontra hoje correspondência directa neste carpir que por aí anda, desde logo porque infelizmente a política de direita não está nem tão morta ou moribunda quanto o tom do pranto levaria a supor.


Habituados a que o rio corra sempre para o mesmo lado não se conformam com o mais leve sinal de inversão daquele curso que, enchendo os bolsos a uns poucos, depauperam a massa imensa dos que trabalham e vivem no País. Será por isso que desde há uns tempos, com picos maiores ou menores de angustiante sobressalto, é o que se vê: um desfilar dos que “ai, Jesus!”, ou que “agora é que é o diabo”, num não se sabe quanto de encomendadas desgraças face àquele documento orçamental.


Saudosos do tempo recente em que o País se resumia a uma feira de pilhagem de rendimentos e direitos, insurgem-se agora com o que alegam de «supermercado orçamental», um balcão de «satisfação de clientelas orçamentais», «um voltar atrás» aos tempos do «viver acima das possibilidades». Esquecidos do que à má fé retiraram o que aos reformados, trabalhadores e povo pertencia esbracejam agora contra esse ignóbil cerceamento do «direito de escolha». Veja-se a «choradeira» do grande patronato e respectivos apêndices sobre a devolução do direito ao subsídio de Natal: os que o anularam, violando o Código do Trabalho, para disfarçar o corte nos salários e reformas na expectativa de assim poderem reduzir a exigência de melhores salários e liquidar, com o passar do tempo, essa conquista dos trabalhadores, esgrimem agora o direito de escolha que sucessivamente negaram e que quando foi a cortar, dele não se lembraram.

Felicidade

Como estamos a entrar nas semanas natalicias aqui fica um vídeo curto que certamente gostarão de ver :

https://vimeo.com/244405542  Happiness

Os tremoços da EDP



Como o povo português ganhou com a privatização da EDP !!!


"A EDP Renováveis teve lucros de 165 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, um aumento de 468% em relação a 2016. Se há alguém que esteja a precisar de ajuda é ela. Ainda bem que vendemos a EDP aos chineses, ou agora não saberíamos o que fazer ao dinheiro. Ainda nos víamos obrigados a aumentar o ordenado mínimo para seiscentos euros.

Para terminar, convém recordar que António Mexia e João Manso Neto, da EDP, e João Faria Conceição e Pedro Furtado, da REN, foram constituídos arguidos aqui há uns tempos. Em causa estão os crimes de corrupção activa, corrupção passiva e participação económica em negócio. Felizmente, para eles, apesar de trabalharem para o governo chinês, não vão ser julgados na China "
Negócios J. Q  .4/12
São estes os que dizem que o Orçamento está a dar "sinais adversos ao investimento "

3 de dezembro de 2017


https://thenextrecession.wordpress.com

Boom or bust? Michael Roberts

December 1, 2017 
Last week, the OECD published its latest World Economic Outlook.   WARNING GRAPHICS OVERLOAD AHEAD!
The OECD’s economists reckon that “The global economy is now growing at its fastest pace since 2010, with the upturn becoming increasingly synchronised across countries. This long-awaited lift to global growth, supported by policy stimulus, is being accompanied by solid employment gains, a moderate upturn in investment and a pick-up in trade growth.”
While world economic growth is accelerating a bit, the OECD reckons that “on a per capita basis, growth will fall short of pre-crisis norms in the majority of OECD and non-OECD economies.” So the world economy is still not yet out of the Long Depression that started in 2009.

A reforma fiscal que a CIP , as Edps , Cimpores ... gostavam

A brutal descida de impostos para os altos rendimentos.
Ora aqui está a reforma que as elites do dinheiro quereriam para Portugal , embora não o digam abertamente . São aqueles que o Presidente da Republica dá voz ao dizer que se queixam que este  Orçamento está a dar "sinais adversos ao investimento." Uma reforma certamente  do agrado de um A. Lobo Xavier, de  um Relvas de uma Teodora , de um Camilo Mendonça , de um César das Neves e quejandos..

Depois de muitas negociações, a reforma de Trump foi aprovada. A Câmara Alta do Senado aprovou a sua versão com 51 votos a favor, todos de senadores republicanos, e 49 contra, abrindo a porta à descida da carga fiscal para as grandes empresas e  para os mais ricos. Os mais pobres vão sair penalizados, diz o Congressional Budget Office (CBO), o organismo independente das Finanças públicas 
A proposta vai reduzir de forma drástica os impostos para os monopólios. Com a reforma fiscal do Partido Republicano, a carga fiscal das empresas vai descer de 35% para 20% a partir de 2019, mas os particulares  de elevados rendimentos também vão sentir um alívio nos impostos. Cerca de metade da população vai pagar menos, mas os mais ricos sairão beneficiados. E o défice dos EUA vai crescer 1,4 biliões de dólares durante a próxima década.


Uma análise do CBO (conteúdo em inglês) revela que 44% dos contribuintes terão uma redução na carga fiscal. No entanto, os milionários, ou aqueles que ganham entre 100 e 500 mil dólares por ano, serão os maiores beneficiários da reforma fiscal de Trump.
Em 2019, os americanos que ganhem menos de 30 mil dólares vão ficar pior com a reforma fiscal agora aprovada pelo Senado. Em 2021, os que ganhem 40 mil, ou menos, vão perder com esta revisão da fiscalidade, enquanto, em 2027, a maioria dos que auferem até 75 mil dólares ao ano será penalizada. A redução de impostos de Trump só vai até 2025.
A análise do organismo independente explica o impacto mais negativo da reforma nos contribuintes mais pobres com o facto de estes receberem menos apoio governamental para a saúde e praticamente para todas as prestações sociais .
Os pobres que paguem a descida  de impostos