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28 de junho de 2017

O negócio das indulgências

 ...  a construção da Basílica de S. Pedro...e Engels


Les 500 ans de la " Réforme protestante"

Claire VÉRILHAC
Illustration : Bible de Gutenberg
En 1517 Martin Luther, moine augustin, affiche ses thèses contre la vente des "indulgences". Ce sera le point de départ de la Réforme protestante. Indissociable de l'humanisme de la Renaissance et favorisée par les progrès de l'imprimerie, elle prendra un tour tragique en France avec les guerres de religion et le massacre de la St Barthélémy. Du combat pour la liberté de conscience à la laïcité !
L’affaire du commerce des indulgences fut le déclencheur de la Réforme protestante. Une "indulgence" c’est la possibilité, dans l’Eglise catholique romaine, de racheter ses péchés par des prières, des pélerinages ou des dons.
Au fil du temps cette pratique était devenue un commerce lucratif, d’abord dénoncé par l’Anglais John Wyclif puis le Tchèque Jan Hus qui sera brulé vif comme hérétique.
Mais au début du 16e siècle l’Eglise franchit un pas supplémentaire.
Afin de financer la construction de la basilique Saint Pierre de Rome, le Pape vend "en gros" des indulgences à l’archevêque Albert de Brandebourg qui les fait ensuite revendre aux fidèles, le Pape prélevant au passage une commission.
Martin Luther, un moine augustin allemand, théologien et professeur d’université dénoncera cette dérive dans ses "95 thèses". Celles-ci vont circuler largement en Europe grâce à l’imprimerie qui jouera un rôle considérable dans le développement de la Réforme.
L’acte fondateur du protestantisme est une rupture. Celle de Luther qui refuse en 1521, à la Diète de Worms, de se rétracter "car il n’est ni sûr ni salutaire d’agir contre sa conscience ». Mais derrière le combat théologique de la Réforme c’est une lutte plus décisive qui se mène. Contre un pouvoir politique et matériel, bien réel, celui de l’Eglise et du Pape. C’est d’ailleurs l’analyse qu’en fera Engels trois siècles plus tard

Sinais

Foi assim que começou em 2007...com o outro(Alan Greenspan) a falar na " exuberância dos mercados " A subida recente da bolsa só pode ser explicada pela melhoria do panorama económico , dizem eles...sem quererem fazer humor...

Os preços dos activos nos mercados financeiros "parecem elevados" e a subida recente da bolsa só pode ser explicada por um melhor panorama económico.

Estas conclusões foram proferidas ontem por Janet Yellen, presidente da Reserva Federal e por Stanley Fischer, vice-presidente do banco central.

Se é pouco habitual um responsável da Fed comentar os desenvolvimentos dos mercados financeiros, mais estranho parece que dois deles falem do assunto no mesmo dia. Sinal para alarme? A Bloomberg diz que as campainhas ainda não soaram, mas a maior atenção do banco central aos preços dos activos está a gerar apreensão e a queda de ontem de Wall Street (a maior em seis semanas) poderá ser uma primeira reacção.

Num discurso que era aguardado para confirmar a expectativa de mais subidas de juros nos EUA, Janet Yellen reiterou que considera ser apropriado subir as taxas de juro "muito gradualmente".

Mas Yellen falou também sobre os preços dos activos em bolsa, dizendo que "parecem elevados, mas não há certezas sobre isso", dado que depende das métricas que são usadas. A presidente da Fed recorreu ao PER (relação entre lucros e cotação) para argumentar a conclusão de níveis elevados dos activos.

Estes comentários de Yellen sobre os preços dos activos seguem-se às observações feitas, também ontem, pelo vice-presidente do banco central, Stanley Fischer – que afirmou que a crescente valorização das acções só pode ser explicada por um melhor panorama económico.


John Williams, da Fed de S. Francisco, também fez comentários recentes sobre os preços dos activos – "o mercado accionista parece estar a funcionar através de sinais de fumo" -, o que está a gerar surpresa em Wall Street, pela demonstração súbita de preocupação do banco central com a evolução dos mercados. Apesar da correcção recente, 2017 está a ser marcado por máximos históricos nas bolsas norte-americanas, com os investidores confiantes nos resultados da política económica do presidente Donald Trump.

"Nunca vamos ouvir a Fed dizer que aumenta os juros por causa disto [nível elevado dos preços dos activos], mas certamente estará a pesar mais na decisão do que há seis ou nove meses", comentou à Bloomberg Stephen Stanley, economista-chefe da Amherst Pierport Securities.

 Vários críticos da Fed têm defendido que a política monetária da Fed, de manter os juros baixos por muito tempo, é responsável pela criação de bolhas em diversos activos

Após cerca de uma década em que os juros, que se mantiveram em mínimos históricos entre 0% e 0,25%, a subida tem sido lenta havendo quem se interrogue se irá a tempo  de evitar uma nova crise que seria mais violenta do que a de 2007/2008 . A Reserva Federal procedeu ao primeiro aumento (de 25 pontos base) em Dezembro de 2015. Posteriormente, em Dezembro de 2016, voltou a incrementar em 25 pontos base a taxa directora. Voltou, então, em Março passado, a elevar o custo do dinheiro, com mais uma subida de 25 pontos base, e novamente este mês em mais 25 pontos.. A seguir com atenção


Congresso Marx


O Congresso do GEM está de volta,
divulguem e participem:

Chamada para resumos

III Congresso Internacional Marx em Maio
No bicentenário do nascimento de Karl Marx

3 a 5 de Maio de 2018
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Organizado pelo Grupo de Estudos Marxistas (GEM)


O Grupo de Estudos Marxistas convida todos os estudantes, investigadores e outras pessoas interessadas em estudar Marx e o marxismo, na sua multiplicidade de áreas e correntes, a enviar os seus resumos.

Regras de submissão:
·         Os resumos devem ser enviados numa das seguintes línguas: português, inglês, francês ou espanhol, ter entre 250 a 500 palavras, e vir acompanhados de 3 a 5 palavras-chave.
·         As submissões devem ser enviadas com o assunto “Submissão ao III Congresso Marx em Maio”, no corpo de texto deve constar o nome do autor, a instituição a que pertence e/ou a atividade, e o resumo segue em anexo, formato Word, sem qualquer referência acerca do autor.
·         As submissões devem ser enviadas para: grupodeestudosmarxistas@gmail.com até 31 de Agosto de 2017.

Quem financia o terrorismo ?


Daniel VANHOVE
Pour ceux qui essaient de s’y retrouver dans les tumultes du monde actuel, les guerres qui ravagent le Moyen-Orient et particulièrement celle de Syrie depuis mars 2011, donnent à mieux comprendre le jeu retors des puissances extérieures qui les alimentent.
Sous un départ qui s’apparentait à ce que d’aucuns nous ont vendu comme « les printemps arabes », cette terrible guerre fomentée et financée par l’Occident qui espérait la mettre à profit pour renverser le président Bachar al Assad et avoir ainsi un meilleur contrôle des réserves d’hydrocarbures et des oléoducs du pays, n’en finit pas de nous livrer les arcanes de ce qui se trame dans les couloirs obscurs des chancelleries.

27 de junho de 2017

Jogos de poder na Arábia Saudita




El rey Salman ben Abdelaziz Al-Saud, de 81 años, depuso de todas sus funciones al príncipe Mohammed ben Nayef Al-Saud, de 57 años, quien hasta ahora ostentaba el título de príncipe heredero así como los cargos de viceprimer ministro y ministro del Interior de Arabia Saudita.
De esta manera, el propio hijo del rey, o sea el príncipe Mohammed ben Salman Al-Saud, de 31 años, se convierte, de hecho, en el nuevo príncipe heredero.
El príncipe Mohammed ben Nayef Al-Saud, quien hizo sus estudios en Oregón (Estados Unidos) y posteriormente se formó en el FBI y en Scotland Yard, estaba considerado como el hombre de Estados Unidos en Arabia Saudita y había obtenido resultados en la lucha contra algunos disidentes de al-Qaeda. Su marginación pone fin a las esperanzas de la rama de los Nayef de alcanzar el trono.
Por su parte, el príncipe Mohammed ben Salman carece de formación académica. Detenta, cuando más, un título de bachiller obtenido en una escuela local pero se ignora si ese título realmente corresponde a la realización de verdaderos estudios. Hizo su debut en política como asistente de su padre, el actual rey, cuando este último fue gobernador de Riad y posteriormente ministro de Defensa.
En 2015, cuando el rey Salman accedió al trono, fue su hijo, el príncipe Mohammed ben-Salman, quien se convirtió en ministro de Defensa e implicó al ejército de Arabia Saudita en la agresión contra Yemen, que está resultando desastrosa para las tropas sauditas. Disponiendo del poder real por procuración, el hijo del rey presentó Visión 2015, un amplio proyecto de reforma política que prevé la privatización de ARAMCO –única fuente de divisas de Arabia Saudita– y desarrollar el reino sin contar para ello con la industria del petróleo.

A grande democracia americana

http://www.jornada.unam.mx/2017/06/26/opinion/025o1mun#texto
Os governos do Império ainda têm a distinta lata de falarem em direitos do Homem . Ler :
 "Los videos de las declaraciones preliminares de un par de ex sicólogos militares que fueron obligados a testificar como parte de una demanda legal federal interpuesta por la Unión Americana de Libertades Civiles (ACLU) en nombre de dos ex detenidos y la familia de otro que murió en un centro de detención estadunidense son escalofriantes. Bruse Jessen y James Mitchell, en tonos muy profesionales, describen las técnicas de tortura que diseñaron e implementaron para interrogar a los detenidos en sitios clandestinos de la CIA en los meses posteriores al 11-S. Aquí explican cómo elaboraron y aplicaron las técnicas –incluyendo el famoso waterboarding, colgar a la gente de los brazos, encerrarlos en un ataúd, golpearlos contra paredes, sujetarlos a temperaturas extremas y más. Nada nuevo, más que escuchar sus voces tranquilas y justificar todo como cumpliendo órdenes (aunque estaban en esos momentos trabajando de contratistas independientes y su negocio ganó 81 millones de dólares por sus servicios). El juicio está programado para septiembre. Aunque se ha reportado ampliamente sobre el uso de estas técnicas, que estos dos expertos en tortura expliquen sus métodos, que han sido ahora prohibidos y fueron calificados de tortura bajo leyes y convenciones internacionales, de nuevo está en frente de todos. (nytimes.com/ interactive/2017/06/20/us/cia-torture.html)"

Sonhos e realidades de um dia de verão

De um errático !
Este ao menos ainda diz ao que vem ao contrário dos nossos  federalistas envergonhados ditos europeístas ...

Europe’s Gradualist Fallacy 

Project sindicate 27
Varoufakis 
The logical answer is either to dismantle the euro or to provide it with the federal state it needs. The problem is that the first solution would be hugely costly, while the second is not feasible in a political climate favoring the re-nationalization of sovereignty.
Those who agree that the cost of dismantling the euro is too high to contemplate are being forced into a species of wishful thinking that is now very much in vogue, especially after the election of Emmanuel Macron to the French presidency. Their idea is that, somehow, by some unspecified means, Europe will find a way to move toward federation. “Just hang in there,” seems to be their motto.
Macron’s idea is to move beyond idle optimism by gaining German consent to turn the eurozone into a state-like entity – a federation-lite. In exchange for making French labor markets more Germanic, as well as reining in France’s budget deficit, Germany is being asked to agree in principle to a common budget, a common finance ministry, and a eurozone parliament to provide democratic legitimacy.

Alerta


Comandante do Exército: o Brasil está sem rumo

A mídia hegemônica não deu o destaque merecido, mas uma notícia importante, desta semana foi a audiência pública, nesta quinta-feira (22), no Senado, com o general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército. Importante pela manifestação legalista, constitucional e patriótica do general ocupante daquele que no passado foi o Ministério do Exército.

O general constatou algo fundamental para avaliar o governo usurpador de Michel Temer: o Brasil não tem um projeto nacional, disse. Deixou de ter, poderia ter afirmado, pois o governo abandonou radicalmente qualquer veleidade de ênfase na soberania nacional e desenvolvimento do país.

Frisou a importância da defesa da Amazônia, cujas riquezas, cobiçadas pelo imperialismo, chegam, calcula, a 23 trilhões de dólares!  Amazônia onde o governo golpista autorizou a realização, pela primeira vez na história, de manobras militares com tropas estadunidenses, previstas para ocorrer em outubro.

A falta de um projeto nacional de desenvolvimento faz do Brasil “um superdotado num corpo de adolescente”. E a “Amazônia continua praticamente abandonada, falta um projeto e densidade de pensamento", afirmou. "O Brasil está à deriva, sem rumo", disse.

Declarou-se contra a venda de terras fronteiriças, para estrangeiros. E opôs-se à permissão para empresas estrangeiras explorarem riquezas minerais no Brasil. Referia-se, certamente, à entrega, à farra de concessões para multinacionais do petróleo promovida pelo governo golpista.

Outro aspecto merece destaque em suas declarações: a garantia de que não haverá intervenção militar na política. "Isso está absolutamente anacrônico”, disse. “Esta hipótese está absolutamente afastada", enfatizou.

Esse espírito legalista revelou-se também em sua decidida oposição ao uso de tropas do Exército no policiamento de ações dentro do país, como Michel Temer fez em maio, quando chamou tropas do Exército contra manifestantes, em Brasília. O comandante do Exército lembrou-se do emprego de tropas para policiar a favela da Maré, no Rio de Janeiro. “Pensei – disse - estamos aqui apontando arma para a população brasileira, nós estamos numa sociedade doente".

São declarações de grande importância e que merecem reflexão. Sobretudo neste momento de grave crise política em que pululam os saudosistas da ditadura militar, que clamam pela intervenção dos generais. As palavras do general indicam uma recusa do papel atribuído aos militares pela direita e pelos conservadores no Brasil. Revelam também fidelidade ao espírito desenvolvimentista, nacional e patriótico que marca as melhores tradições das Forças Armadas no Brasil.

    Visto de Espanha

    O que dizem os europeistas encartados ? E o governo português ? Já se esqueceram do Banif ?... Não há nenhum jornalista que confronte Draghi em Sintra sobre a duplicidade do BCE?

    " Hace 16 días, cuando el Banco Popular fue resuelto (es decir, intervenido por las autoridades europeas) y vendido por un euro al Santander, todo fueron felicitaciones por lo bien que funcionó el mecanismo de la Unión Bancaria. Desde el BCE, al Sistema Único de Supervisión y el Mecanismo Único de Resolución, así como el Eurogrupo, se aplaudieron mutuamente por la rapidez y limpieza del procedimiento. Lamentaron que los accionistas y bonistas del Popular lo hubieran perdido todo, pero, dijeron, estas eran las nuevas reglas de juego: los contribuyentes ya no rescatarían bancos en Europa sino que lo harían los accionistas e inversores. Se desvinculaba así (por fin) el riesgo bancario de la capacidad financiera del Estado al le quebraba la entidad.



    Dos semanas después, le ha tocado a Italia afrontar la quiebra de Veneto Banca y Banca Popolare di Vicenza y el panorama ha cambiado. Ya no se aplicarán las mismas reglas que con el Popular: la excusa es que no son bancos en “resolución” sino en “liquidación” (porque su caída no afecta al sistema bancario en su conjunto, aunque tienen 60.000 millones en activos). En Italia no se imponen las normas europeas sino las italianas. Eso supone que el Gobierno de Roma inyectará unos 17.000 millones, aunque algunas autoridades europeas creen que pueden llegar a los 20.000 millones, para evitar que los bonistas senior del Veneto y del Popolare lo pierdan todo. Además, dividirán los activos en un banco bueno y otro malo. El bueno se lo han regalado a Intesa Sanpaolo con salvaguardas, como el pago de las prejubilaciones, para no tener que ampliar capital. Esas protecciones no existieron en el caso del Santander, que sí anunció una ampliación de capital de 7.000 millones para digerir la absorción del Popular y asumió los riesgos futuros que puedan aflorar.
     Tras esta venta, mañana funcionarán los bancos venecianos, pero se abre un negro panorama para los contribuyentes italianos que asumirán la deuda y la morosidad del banco malo, saltándose algunos principios de la UE. A cambio, Roma evitará el enfrentamiento con los bonistas de los bancos, que son pequeños clientes que pudieron comprar esta deuda sin conocer el riesgo. Es una situación muy similar a la de los preferentistas españoles de 2012.
    Cinco años después de la crisis bancaria española (cuya factura provisional es de 60.000 millones, según el FROB), Italia toma el mismo doloroso camino como si nada hubiera cambiado en Europa. Tras años de negación del problema, Italia ya no tiene bancos fuertes que puedan comprar sin ayudas. Y pronto llegará Monte Dei Paschi. Por eso, pasa la factura a los contribuyentes, que asumen los problemas de los banqueros. Las flamantes nuevas normas europeas hacen agua precisamente en el país de Mario Draghi, presidente del BCE. La lección es que los Estados ricos se pagan sus rescates bancarios, si quieren. Ahora será más difícil convencer a los alemanes de que apoyen el fondo común de resolución de bancos. La alegría de las autoridades europeas apenas ha durado quince días."

    A Itália é a Itália ...

    A banca italiana e os dois pesos do BCE 

    "O Governo italiano, com o aval do Banco Central Europeu (BCE), anunciou no domingo um pacote financeiro de ajuda à banca de 17 mil milhões de euros.Numa primeira fase, adiantou o ministro da Economia daquele país, Pier Carlo Padoan, apenas serão usados pouco mais de cinco mil milhões para salvar dois bancos, a Banca Popolare di Vicenza e o Veneto Banca, que serão comprados por um euro pelo Intesa Sanpaolo.

    Uma medida que está longe de ser pacífica. "A decisão de poupar dois bancos italianos das novas regras levanta questões sobre a efectividade da união bancária", escreve Simon Nixon, no Wall Street Journal.

    O El Español, jornal digital do país vizinho, na coluna de opinião "O rugido do leão", diz que esta ajuda de Estado transmite uma "sensação de anarquia" e se traduz "numa "perda de autoridade da moral das instituições europeias" que em 2015 aprovaram regras que colocavam um ponto final nos resgates à banca com dinheiro público. Até porque em Espanha houve o caso recente da compra do Popular pelo Santander, ao preço simbólico de um euro, sem qualquer apoio do Estado.

    A indignação em Espanha, por este tratamento diferenciado, reflecte-se também na análise que Iñigo de Barrón faz no El País. "As flamejantes novas normas europeias transformam-se em água precisamente no país de Mario Draghi, presidente do BCE. A lição a tirar é que os Estados ricos, se quiserem, podem pagar os seus resgates bancários. Agora vai ser mais difícil convencer os alemães a apoiarem a criação de um fundo comum de resolução dos bancos". "Ninguém quer uma nova crise política na Europa, mas em que pé esta decisão deixa a união bancária?", questiona Simon Nixon."Neg

    L’ENTRAÎNANTE LOGIQUE ITALIENNE, par François L

    Le bon sens a prévalu ! s’est exclamé Vincenzo Boccia, le président de la Confindustria, l’organisation du patronat italien. Le groupe bancaire Intesa Sanpaolo a récupéré pour un euro symbolique les deux banques régionales Banca Popolare di Vicenza et Veneto Banca avant qu’elles ne s’effondrent, et l’État a décidé d’assumer toutes les pertes.
    La portée du dernier épisode du sauvetage du système bancaire italien ne se limite pas au viol – dans son esprit, sinon dans sa lettre – de la réglementation de l’Union bancaire, sous les auspices conjointes de la Commission et des instances de supervision et de résolution bancaires européennes, excusez du peu ! Conséquence de leurs acrobaties, les contribuables dont il a été chanté sur tous les tons qu’ils étaient désormais protégés vont en être de 17 milliards d’euros de leur poche. Mais cela va plus loin. La dette italienne va continuer d’enfler, le gouvernement s’engageant sur un chemin opposé à celui menant à la réduction de son déficit. L’Italie engage l’Union monétaire dans son mauvais sillage.
    Le plan adopté brille par sa simplicité selon le ministre des finances Pier Carlo Padoan. 4,785 milliards d’euros serviront à préserver les ratios de capital du groupe Intesa Sanpaolo, à couvrir les coûts de restructuration des banques dont il hérite et à provisionner les risques liés aux poursuites que la banque pourrait encourir. Les quelques 12 milliards d’euros supplémentaires représentent la couverture, sous forme de garanties destinées sans nul doute à être actionnées, des créances douteuses des deux établissements vénitiens accueillis dans une bad bank qui va être créée.

    A deflação


    Mario Draghi, hoje em Sintra considerou que, não obstante a recuperação da economia, ainda são necessários estímulos por parte da autoridade monetária, e que os factores que estão a pesar sobre a inflação são "temporárias".

    "Podemos estar confiantes que a nossa política está a funcionar e os seus efeitos totais na inflação vão materializar-se gradualmente. Mas para isso, a nossa política precisa de ser persistente, e precisamos de ser prudentes na forma como ajustamos os parâmetros [da política monetária] à melhoria das condições económicas", afirmou o presidente do BCE.

    Draghi mostrou-se optimista quanto à situação europeia, tanto no plano económico, como político. Mas pediu paciência para dar tempo à retoma e as pressões inflacionistas para se instalarem.

    "As forças deflacionistas foram substituídas por forças reflacionistas. Embora ainda existam factores que estão a pesar na trajectória da inflação, estes são factores principalmente temporários que o banco central pode ignorar no médio prazo", assegurou. 

    Jornalismo do Capital

    Nunca identificam a causa das vitimas . É o jornalismo ao serviço do Império



    Les images d’un jeune afro-descendant lynché et brûlé vif  par les manifestants anti-Maduro avaient jeté le soupçon sur le martèlement médiatique de la répression-de-manifestants-pacifiques-au-Venezuela. Ce meurtre dans le plus pur style du Ku Klux Klan a rappelé le type de société dont rêve une opposition qui use de mortiers et de grenades pour déstabiliser un gouvernement élu et empêcher la campagne qui permettra aux vénézuéliens d’élire en juillet une Assemblée Constituante.
    Mêmes les médias d’opposition – majoritaires au Venezuela et qui couvrent quotidiennement ces mobilisations de droite, subissent des agressions de la part de ces militants pourtant du même bord qu’eux. La journaliste Yasmín Velasco de Televen (chaîne privée, d’opposition) vient de dénoncer sur son compte Twitter, qu’elle se trouvait à Altamira, une zone riche de l’est de Caracas, pour couvrir les manifestations contre Nicolás Maduro quand elle a été cernée par un groupe violent. Face à l’avancée de ses agresseurs, un cadreur a voulu leur expliquer qu’elle était journaliste mais « cela n’a pas arrêté le groupe qui essayait de brûler ma moto et de me voler mon téléphone ».
    Yasmín Velasco est tout sauf « chaviste ». Depuis des années elle dénonce avec vigueur les politiques du gouvernement bolivarien, notamment ses échecs en matière de sécurité, et ne cache pas ses préférences idéologiques. Alors que la majorité des victimes, contrairement à ce qu’affirment les grands médias, est causée par les violences de la droite qui a besoin de ces morts pour justifier une intervention extérieure contre la « dictature bolivarienne », Yasmin Velasco fait comme ses collègues des médias privés : attribuer immédiatement, avant toute enquête, chaque mort au « régime ». C’est pourtant comme « chaviste » qu’elle a manqué d’être carbonisée à son tour. En fait, pas exactement en tant que « chaviste » mais… parce qu’elle portait un chemisier rouge.
    Lorsqu’elle a dénoncé cette agression sur Twitter, Velasco a essuyé des réactions significatives de militants d’opposition. Pily Rodríguez (@mapyrc) lui demande “Pour qui travailles tu ? Pour le régime ?” @Alvin_Alarcon lui demande de « cesser de pleurnicher, car tu aides le gouvernement ». Beaucoup de tweets tentent de la consoler en lui expliquant que ses agresseurs ne peuvent être que des « infiltrés » du gouvernement bolivarien dont la présence servirait à souiller la geste démocratique de l’opposition. La palme revient certainement à @euliesaa : « Yasmin Velasco a oublié de mentionner qu’elle portait un chemisier rouge, qu’elle a refusé de montrer sa carte et qu’elle était éloignée de la plupart de ses collègues ». (sic).

    26 de junho de 2017

    O sistema de dívida eterna

    Argentina emite títulos de dívida em dólares a 100 anos de prazo !
    Recientemente, fue publicado el artículo: “Deuda pública en expansión” del economista Julio Gambina |1|
    El 19 de junio, del corriente año, nos enteramos a partir de un simple comunicado publicado en la página web del Ministerio de Finanzas, institución a cargo de Luis Caputo, ex CEO del Deutsche Bank y JP Morgan, que la “Argentina emitirá bonos en dólares a 100 años de plazo”, con una tasa de interés cercana al 8 por ciento anual (7,95%). Es decir, “más expansión de Deuda Pública”.
    Y... ¡en qué condiciones! La tasa de interés es altísima, el plazo es extensísimo y la moneda de emisión del bono no es la propia. Es decir, las condiciones además de gravosas son sumamente, inciertas.

    25 de junho de 2017

    Visões paralelas

    “Se nós usamos a força é porque somos América. Somos a nação indispensável. Permanecemos altos. Vemos mais longe no futuro.
    Madeleine K. Albright, ex-Secretária de Estado dos EUA e ex-Embaixadora na ONU.
    Valemos mais que os outros (…) porque o nosso sangue nos permite inventar mais que os outros e governar melhor o nosso povo que os outros. Compreendamos que os próximos dez anos serão de guerra para exterminar as raças sub-humanas que se opõem (ao) povo alemão que constitui o núcleo fundamental da raça nórdica depositária da cultura da humanidade. Himmler 

    Em 1996, depois de cinco anos de sanções e de persistentes bombardeamentos contra o Iraque, o repórter da CBS Lesley Stahl fez a seguinte pergunta à embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Madeline Albright, no programa “CBS 60 minutos" em Maio de 1996.
    — Ouvimos dizer que meio milhão de crianças morreu (em consequência da política americana contra o Iraque). Valeu a pena pagar esse preço?
    Resposta de Madeline Albright: - Nós pensamos que valeu a pena.
    Que as outras nações vivam na prosperidade ou morram de fome só me interessa na medida em que necessitamos delas para a nossa Kultur. quanto ao mais são-me indiferentes. Se 10 000 fêmeas russas tombarem exaustas ao cavarem um fosso antitanque só me preocupa se tombarem antes de terem terminado o trabalho para as forças alemãs. Himmler.
    Desde 1967, Israel instalou na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental mais de 650 000 colonos uma prática que o Tribunal Penal Internacional classifica como “crime de guerra”.Alain Gresh, A palestina sempre adiada, Le Monde Diplomatic, junho 2017
    Aldeias habitadas por camponeses armados formarão a base da colonização a leste, o núcleo da muralha defensiva da Europa - Himmler
    - A Rússia deve ser dividida nos seus componentes. Não se pode tolerar a existência a Oriente de um Estado tão vasto. Gobbels, Diário, dia 24 de maio de 1941
    - Estão à espera os ricos campos da Ucrânia. (…) Não permitirei que se fale das vantagens económicas que resultarão da vitória sobre Moscovo. A nossa polémica tem se ser conduzida num plano político. Idem, dia 20 de junho
    - Trabalhamos com três emissoras secretas tendo em vista a Rússia - uma trotskista, outra separatista e a terceira nacionalista. O trabalho das nossas emissoras secretas é um modelo de astúcia e habilidade. Idem 5 de julho.
    Etc., etc., etc.

    Resposta da Venezuela a Temer

    Um vídeo a ver
    https:https://youtu.be/LgQZtaXwyC8//youtu.be/LgQZtaXwyC8

    De 19 a 21 de junho realizou-se, em Cancún, México, a 47ª Assembleia Geral da OEA. Os Estados Unidos da América, através de seu fantoche, o Secretário-Geral Luis Almagro, tentou de todas as formas aprovar resoluções contra a Venezuela, sem sucesso. Um dos que fizeram coro com Almagro/EUA foi o representante do governo golpista brasileiro, que recebeu uma dura lição de moral do representante do altivo governo da República Bolivariana da Venezuela, o chanceler Samuel Moncada. Veja.

    Opiniões - Fim de semana

    No contexto do lançamento do : O absoluto frágil, ou, porque vale a pena lutar pelo legado cristão, de Slavoj Žižek, recuperamos esta afirmação do filósofo esloveno que procura reabilitar, da perversa ética multiculturalista do capitalismo contemporâneo, o núcleo emancipatório do ateísmo. Ao invés de se relacionar de forma exterior com a religião – sucumbindo assim à armadilha da “tolerância” –, Žižek subverte a abordagem e propõe levarmos a crença a sério e cobrar dos crentes a responsabilidade sobre aquilo em que creem. É esta perspectiva avessa ao lugar comum que anima também O absoluto frágil, um ensaio explosivo que defende uma aproximação entre o cristianismo e o marxismo num projeto político emancipatório renovado. Nas palavras do esloveno: “O primeiro paradoxo da crítica materialista da religião é este: às vezes é muito mais subversivo destruir a religião a partir de dentro, aceitando sua premissa básica para depois revelar suas consequências inesperadas, do que negar por completo a existência de Deus.” Boitempo

    As guerras sujas do Império

    Les sales guerres américaines : Massacres, phosphore et uranium appauvri

    Intervention sans mandat, bombardements de civils, utilisation d’armes illégales au phosphore et à l’uranium appauvri, de nouveaux crimes de guerre viennent s’ajouter à une liste déjà très longue. La guerre menée par les États-Unis et leurs alliés est, comme en Irak en 1991, une « sale guerre » qui ne dit pas son nom.

    O SIONISMO

    Israël aide secrètement les groupes armés du Golan

    Selon le Wall Street Journal du 18 juin, Israël a régulièrement fourni aux rebelles syriens des fonds, de la nourriture, du carburant et des médicaments. Et ce, pendant des années, à sa frontière, dans le cadre d’un engagement secret dans la guerre civile syrienne, son ennemi de quarante ans, afin de mettre en place une zone tampon peuplée de forces « amies ». Comme elle l’a fait avec la zone tampon qu’elle avait confiée aux milices supplétives du au Liban du Sud de 1978 à 2000. Année où la résistance libanaise avait libéré toute cette zone.

    Desta vez Israel acertou



    Um Engano certeiro
     A assessoria de imprensa do exército israelita informou que a aviação do país tinha atacadoas posições das tropas governamentais sírias, eliminando dois tanques e uma metralhadora de grande calibre em resposta ao disparo de uma dezena de projéteis que atingiram a parte das Colinas de Golã controlada por Israel.
    Já depois, a mesma entidade divulgou um vídeo dos ataques "de precisão" contra dois tanques e uma metralhadora que, segundo afirmam os militares , haviam disparado projéteis além da linha divisória nas Colinas de Golã.
    "O ataque dos aviões da Força Aérea israelense no sábado, nas Colinas de Golã, na realidade foi efetuado contra veículos blindados dos militantes da Frente al-Nusra. Os israelitas apenas atacaram o local a partir do qual foram feitos os disparos. Na sequência deste ataque aéreo, foram liquidados dois tanques e uma metralhadora de grande calibre dos terroristas".

    Debate sobre a crise do Euro



    I’ve just returned from Cluj, Romania’s second largest city, where I discussed the Euro crisis and the future of Europe with Mark Blyth of Brown University.  Mark Blyth has published a number of books, including Austerity: a dangerous idea, which covers the history of the austerity doctrine as he sees it and its impact on the global financial crisis and on Europe’s economies.
    The intellectual think-tank, Tranzit, organised the event brilliantly and it was very well attended.  The discussion was billed as a debate between a Keynesian and Marxist analysis of Europe’s economic crisis.  But, of course, there were many areas of agreement between Mark and myself on the events leading up to the global financial crash and subsequent slumps particularly in the periphery of the Eurozone and on the impact of the policies adopted by the European leaders and the Troika with the distressed states of Ireland, Portugal, Spain and Greece.
    In my presentation, I argued that the great European project that started after the second world war had two aims: first, it was to ensure that there were never any more wars between European nations; and second, to make Europe as an economic and political entity to rival America and Japan in global capital.  This would be led by Franco-German capital.

    O Bloco Central e a factura dos contribuintes

    O arco da governabilidade , como lhe chamava a imprensa bem pensante , o "Bloco Central de Interesses ", melhor dizendo, ou ainda mais exacto o "Bloco Central das negociatas "foi um maná para conhecidos grupos privados ---

    Numa assembleia-geral realizada este sábado, 24 de Junho, a Frente Cívica, que è presidido por Paulo Morais e junta também o juiz Carlos Moreno, o músico António Manuel Ribeiro e os professores Mário Frota e Maria Teresa Serrenho, decidiu ainda apresentar uma iniciativa legislativa de cidadãos, prevista na lei, para a extinção das PPP rodoviárias.
    É que para esta associação, as PPP rodoviárias "constituem actualmente um dos maiores problemas do país", devido ao pagamento das rendas a estas estruturas que "tem vindo a depauperar as contas públicas e a contribuir para o enriquecimento indevido de alguns grupos privados, à custa de recursos dos cidadãos, que poderiam ser canalizados para outros fins de maior utilidade social".

    24 de junho de 2017

    Crise da Banca na UE


    Une crise des banques dans l’Union européenne?

    Voilà une information qui n’a pas fait les gros titres des journaux, et sur laquelle les médias radio et télé sont restés silencieux. En Italie[1], en Espagne, des banques sont en crises, et sont rachetées par des concurrents, bien souvent à l’Euro symbolique, ou presque. On dira que, si cette nouvelle n’a pas fait les gros titres c’est qu’il n’y a pas de problèmes. A dire vrai, l’Union Bancaire, créée depuis quelques années, devait être un mécanisme de résolution de telles crises. Alors, peut-on penser que tout va pour le mieux dans le meilleur des mondes ?
    Certes non, et c’est la raison pour laquelle j’ai invité Benjamin Masse-Stamberger, journaliste économique et membre du Comité Orwell et Josse Roussel, professeur à la Paris School of Business à venir en discuter dans le cadre des Chroniques de Jacques Sapir sur Radio-Sputnk.

    Crises en Espagne et en Italie

    En réalité, ces événements sont inquiétants à deux titres, et c’est pourquoi ils auraient une meilleure couverture médiatique. Tout d’abord parce que ces sauvetages – et c’est bien de cela dont il s’agit en réalité – seront coûteux. C’est en particulier le cas pour le sauvetage des deux banques italiennes, la Veneto Banca et la Banca Popolare di Vicenza, Dans ce cas, les « mauvaises dettes » de ces deux établissements seront transférées à un établissement particulier, ce que l’on appelle une « bad bank ». Ceci aura nécessairement un coût pour le contribuable italien, un coût estimé à 10 milliards d’Euros, soit 0,6% du PIB. Dans le cas espagnol, la Banco Santander a racheté la Banco Popular pour l’Euro symbolique, mais elle a acquis aussi la totalité de l’actif, incluant les mauvaises dettes. Ce établissement pourrait bien découvrir, dans les semaines à venir, que le coût de ces opérations est loin d’être ce qui avait été initialement prévu. Il faut ajouter que les règles de répartition des coûts pourraient faire supporter une partie de ces derniers aux épargnants, alors que ceux-ci ne sont nullement concernés dans ces opérations.

    "A duplicidade moral norte-americana é tão descarada quanto infinita, essência de sua “democracia profundamente fracassada”, nas palavras de John Kiriakou, ex-agente da CIA detido por dois anos por ter deixado a agência, e denunciado as torturas secretas na prisão de Guantánamo. “Os Estados Unidos mudam de presidente, mas não mudam sua política”, disse o presidente russo Vladimir Putin mais recentemente, falsamente demonizado pela mídia ocidental."
    O presidente norte-americano Donald Trump traçou novas (velhas) medidas políticas em relação a Cuba nesta sexta-feira (16), ao mesmo tempo que qualificou a normalização das relações com a ilha caribenha empreendida por seu antecessor na Casa Branca, Barack Obama, de “terríveis e equivocadas”.
    “De maneira eficaz e imediata, cancelo o acordo totalmente unilateral da administração anterior com Cuba”, disse Trump em um discurso ao pior estilo Guerra Fria, para uma plateia entusiasmada em Miami repleta de membros da comunidade cubano-norte-americana, que se opuseram à política de Obama em relação ao governo cubano de Raúl Castro.

    23 de junho de 2017

    Os Fundos Abutres

    Un fonds vautour, ça trompe énormément

    par Renaud Vivien

    As mentiras e os interesses





    Le 12 juillet 2015, le Parlement fédéral de Belgique votait à l’unanimité une loi historique contre les fonds vautours. Mais l’encre n’était pas encore sèche que l’un d’entre eux, le fonds NML Capital, attaquait cette loi en demandant à la Cour Constitutionnelle de l’annuler. Son argumentaire, plus politique que juridique, se base sur les mensonges habituels utilisés par les fonds vautours pour tenter de faire croire à leur utilité et de minimiser l’impact de leurs actionssur les populations. Cet article passe en revue les quatre mensonges les plus répandus.

    Premier mensonge : les profits réalisés par les fonds vautours ne sont pas si importants 
    Les fonds vautours sont des sociétés privées qui rachètent à très bas prix la dette des États en difficultés à une fraction de sa valeur d’origine, pour ensuite réclamer le paiement à 100 %, majoré d’intérêts et de pénalités. Leur business est extrêmement lucratif puisque « les taux de recouvrement des fonds vautours représentent en moyenne 3 à 20 fois leur investissement, ce qui équivaut à des rendements de 300% à 2000 % » indique le rapport consacré aux fonds vautours, présenté au Conseil des droits de l’Homme de l’ONU en 2016 |1|.
    Pour contraindre les Etats à payer, « les fonds vautours peuvent recourir non seulement aux procédures judiciaires, mais aussi au lobbying et à d’autres moyens de pression, qui peuvent aller de la tentative de saisir les actifs de l’État débiteur à l’organisation de campagnes de presse visant à discréditer le gouvernement pour le forcer à payer ».


    El Capital de Marx. Reflexiones desde América Latina




    ¡Cuán diferentes sería la situación actual de América Latina si nuestros gobiernos progresistas [...] en lugar de resolver desde arriba los problemas más sentidos de la gente, la hubiesen convocado a participar en su solución! Por desgracia, muchas veces ha primado una visión tecnocrática: si los cuadros tienen ideas claras y acertadas, para qué perder tiempo en discutir con la gente, lo que importa es presentar soluciones rápidas. Nunca se han preguntado acerca de cuál podría ser el resultado subjetivo, humano, de las políticas implementadas. Tarde se han dado cuenta que sin esa participación muchas medidas no han logrado la eficacia esperada y, lo que es peor, no han preparado a su pueblos para defender lo conquistado.
    Para concluir [...] el propósito de Marx en El capital fue exponer extensamente la lógica con la que funciona el modo capitalista de la producción. Lo hizo después de dedicarse muchos años para investigar qué estaba ocurriendo en los países capitalistas más avanzados de su época. Pero, como sabemos, él reconoció que existía una diferencia entre la vía europeo occidental y la vía rusa. Nuestro propósito, como militantes revolucionarios latinoamericanos debería ser diferente. Deberíamos ser capaces de desarrollar una vía latinoamericana para la construcción del socialismo buscando soluciones sin las anteojeras del marxismo dogmático.
    Aunque los objetivos que nos proponemos alcanzar son idénticos a los que expone Marx muy brevemente en El capital, especialmente aquel que se refiere a la búsqueda del pleno desarrollo humano; se trata, sin duda, de una vía original. Estamos obligados a “inventar para no cometer los errores" –como decía Simón Rodríguez—. Sin embargo, para poder desarrollar una base económica sólida que permita ese pleno desarrollo humano, no podemos dejar de tener en cuenta la lógica del modo capitalista de la producción descrita por Marx en su obra maestra y sus efectos en el mundo actual. 

    Exportações para Angola


    Portugal destronou a China e voltou a ser, no ano passado, o país que mais exporta para Angola. 
    De acordo com os dados do Instituto angolano de Estatística, após três anos de domínio chinês, Portugal conseguiu em 2016 uma quota de 14,89 por cento de todas as importações registadas em Angola, o que equivale a um volume de negócios de 342.517 milhões de kwanzas (1840 milhões de euros).
    Por outro lado, a China viu as compras angolanas caírem 36 por cento de 2015 para 2016, ficando-se por 12,5 por cento das importações angolanas, com um volume de negócios de 253.884 kwanzas (1364 milhões de euros).
    Em termos de exportações Angolanas, Portugal é nono entre os clientes de Angola, com uma injeção de 153.536 milhões de kwanzas (830 milhões de euros) na economia angolana.
    A China é, de longe, o país que mais compra a Angola, tendo fechado o ano passado com uma quota de 45 por cento. Essencialmente petróleo, a maior riqueza do país lusófono e que representa 93 por cento das vendas angolanas para o exterior.